O bilionário britânico Philip Green, 58 anos, é conhecido na Inglaterra por seu faro apurado para bons negócios. Ele começou a carreira empresarial com pouco mais de 20 anos e um empréstimo de 20 mil libras (cerca de R$ 52 mil), que usou para importar jeans do Oriente e revender na Inglaterra.
Aos 27 anos, já capitalizado, comprou todo o estoque de dez grifes que tinham ido à falência por praticar preços muito baixos, mandou para uma lavanderia para se livrar do pó e colocou as roupas lavadas à venda. Foi um sucesso. Tornou-se presidente de uma fabricante de roupas populares, tornou-se investidor profissional e construiu uma fortuna avaliada em 3,8 bilhões de libras (US$ 5,5 bilhões).
Em 2002, Green deu sua grande tacada ao comprar o grupo Arcadia, gigante de varejo do Reino Unido. Agora, seu faro aponta para o Brasil. “Se você quer criar uma marca global, tem que alcançar novos mercados”, disse Green à agência Bloomberg. Estreará por aqui, com a Topshop.
Topshop (Divulgação)
Sucesso entre o público feminino e rival de redes como a espanhola Zara e a sueca H&M, a Topshop tem 400 lojas espalhadas pelo mundo e é especializada no chamado fast fashion. Green pretende replicar esse modelo de negócios por aqui.
“Nos últimos cinco anos, a cadeia varejista brasileira ficou mais próxima dos movimentos da moda internacional”, diz Altamiro Carvalho, economista da Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomércio-SP). A Topshop brigará com todos.
Fonte: Isto É Dinheiro
A minha especialização em criar propaganda para o grande varejo começou em 1981, quando comecei a criar para o Shopping Ibirapuera. Três anos depois fui para a Avanti Propaganda, house-agency da C&A. Criei o "AbuseUse C&A" e o personagem "Sebastian". O que tenho feito depois disso você também saberá aqui. Bem vindo. Ah, no meu site também tem: www.wham.com.br
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Topshop abrirá loja no Brasil.
Campanha de Dia das Crianças da C&A, com o mundo de faz de conta e a Angélica.
A promoção não é nada sedutora nem inédita, mas, o filme é espetacular! Confira: http://www.youtube.com/watch?hl=en&v=9Ifg3NpGiJ4&gl=US
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Perguntas e respostas - 01.
Marcela: Entrei em contato com você para esclarecer algumas coisas e não correr o risco de cometer erros conceituais grosseiros e supervalorizar ou desmerecer alguém. Nem todas as fontes citam seu nome, por exemplo, o que é uma injustiça. Cheguei até você, pois uma professora da faculdade, que me ajudou a elaborar o pré-projeto da monografia, fez uma pesquisa em 2002 sobre negros na publicidade brasileira, inclusive entrevistado o Woody Gebara. Ela me enviou um material que tinha e a entrevista na íntegra. Nesse material (extraído de revistas e da Internet) havia um texto seu da seção ‘Painel do Leitor’ de uma revista (Ilustrada), em que você desmente uma série de informações publicadas, afirmando que o fato de o Sebastian ser negro não foi um pedido do cliente (C&A); que a C&A não foi a primeira marca a colocar no ar negros em campanhas publicitárias; que o filme de estréia do Sebastian não foi o primeiro da C&A a apresentar negros, outros já o faziam, representando a diversidade étnica do Brasil; e que vocês não escolheram um negro para dizer que eram, nas suas palavras, “legais, bonzinhos, politicamente corretos, não-racistas ou qualquer rótulo dessa natureza”. Achei muito legal a sua atitude de se posicionar a respeito e descobri que você era um dos criadores do Sebastian. Então, joguei ‘Waldir Costa’ no Google para me informar, até que cheguei ao seu outro blog.
Resposta: Pois é, Marcela, eu sempre me preocupei somente em promover os meus clientes e não a mim. Sempre fui dos bastidores e não me preocupei se caráters menos dignos estavam levando as glórias às minhas custas.
A matéria que você citou foi publicada no jornal Folha de São Paulo, em seu caderno "Folha Ilustrada" e era uma primazia de "desinformação". Como eu tenho gastrite e não posso engolir porcaria, tive que botar pra fora e exigi retratação.
O que importa, de fato, é que os documentos comprovam a verdade. Eu tenho inúmeras matérias de veículos impressos que estampam eu, Ralph e Cimino, até mesmo na capa. O Meio&Mensagem, sem dúvida o maior veículo especializado na nossa área, fez uma matéria, a principal daquela edição, entrevistando eu e o Ralph. O Prêmio Profissionais do Ano, da Rede Globo, foi concedido à mim e ao Possi, pela criação do AbuseUse e do Sebastian e não a mais ninguém e isso está gravado na história do Prêmio. E eu tenho o documento "mor": minha carteira profissional.
Marcela: Na sua opinião, resumidamente, o que significou o Sebastian para a C&A? O que fez com que ele obtivesse tanto sucesso? Como foi a repercussão na época? Você tem dados numéricos de aumento nas vendas?
Resposta: A criação de um personagem símbolo de momentos promocionais era uma missão dada, já há muito, pelo Van Der Zee, a mim e ao Ralph. No festival de Cannes, em 1989, vimos um filme do whisky JB que nos deu a idéia. Seria um personagem fashion, que apresentaria as ofertas e conceitos promocionais cantando e dançando. Essa história plantada de que foi criado com base no personagem interpretado por Cab Calloway no filme The Blues Brothers é pura balela. As gags utilizadas no filme foram sugeridas pelo Zé Possi, com base no The Blues Brothers, assim como a música que serviria de tema base para a criação da nossa música. O Cab Calloway já era bem idoso e criar um personagem baseado nele só pode passar na cabeça de quem não tinha a menor noção dos policies da C&A. Isso é interpretação daqueles que só viram o vulto, pela janela, atrás da cortina, sem saber exatamente o que acontecia no interior. Eu planejei toda a estrutura da campanha no espetáculo "Emoções Baratas", que o Possi estava montando e a Bia Aydar estava produzindo. Só eu, o Possi e a Bia já tinham visto os ensaios e sabiam do que se tratava. Tanto que o Sebastian era um dos bailarinos que estrearia o espetáculo.
Eu disse ao Ralph e ao Cimino: "Não adianta a gente só criar o personagem. Precisamos mais do que isso, para não ficar brega. Precisamos criar um sinônimo, só nosso, de período de ofertas. E assim foi criado o tema "AbuseUse C&A. Ofertas selecionadas". A primeira frase que o Sebas canta no filme de lançamento é: "Atençao, pra você eu vou contar, sempre que você ouvir AbuseUse, tem ofertas selecionadas na C&A". Veja no meu canal no Youtube: http://www.youtube.com/watch?v=yVrh6yt9EdA
O Sebastian significou isso para a C&A. O início da era de consolidação da imagem de varejo de moda que não é brega e se compromete a praticar o conceito "good value for money". Um personagem que, pelo seu talento e carisma, conquistou a simpatia de famílias inteiras e a C&A vende roupas para a família toda e não somente para os fãs da Beyonce.
A repercussão foi estupenda, desde o início e ainda continua sendo. Outro dia tomava um café com o Sebas e um sem número de pessoas vieram pedir autógrafos, tirar fotos, perguntando se era verdade que ele não faria mais C&A e que torciam para ele voltar. Sebas é uma figura, uma simpatia e as pessoas não têm receio de se aproximar dele e serem recusadas, como acontece quando se aproximam dos grandes astros.
Eu não lembro de números. Faz muito tempo e eu sou péssimo com números. Hehehe...
Marcela: Muitos textos afirmam que o Sebastian rompeu preconceitos e foi o primeiro garoto-propaganda negro na publicidade brasileira, o que eu mesma questionei. Essas afirmações categóricas são muito perigosas, né? (Na hora me lembrei do Grande Otelo, das Óticas do Povo, por exemplo.) E seu texto na revista também desmente isso. Para descrevê-lo sem errar, posso afirmar que o Sebastian foi um dos primeiros e poucos negros a permanecer tanto tempo como garoto-propaganda de uma marca? Ou você acha que devo evitar esse tipo de afirmação?
Resposta: Não sei se foi o primeiro negro, acho que não. O fato é: o Sebastian foi o ícone da C&A por 20 anos. No Brasil, acho que só o Carlinhos Moreno para a BomBril permaneceu por muito tempo e mesmo assim interrupto. O Sebastian ficou por 20 anos ininterruptos.
Marcela: Este ano o Sebastião Fonseca anunciou o fim do seu contrato com a C&A, após 20 anos. O que você achou disso? Acredita que ele não mais se enquadrava à proposta de “glamourização” da C&A a partir da agregação de atributos do mundo fashion, que se iniciou a partir da campanha com a Gisele Bündchen e continua com as outras modelos? (Essa é uma pergunta que eu gostaria muito de fazer a alguém que atualmente trabalhe na área de Marketing da C&A. Eu gostaria de tentar, embora não tenha certeza de que vá conseguir, pois sei que a empresa tem uma política de sigilo bem rígida. Você acha que vale a pena eu tentar?)
Resposta: Olha, costuma-se dizer que tentar não dói. Se você se preparar para ouvir balela e souber filtrar e analisar o que vai ouvir...
Marcela: Falando em Gisele Bündchen... Como contou, após sair da Avanti você continuou trabalhando com a C&A, como free-lancer. Você chegou a participar de alguma forma da campanha de 25 anos? Se sim, poderia me contar um pouco como foi? Tendo participado ou não, o que achou da campanha? Considera que foi mais um marco?
Resposta: Quando o nome Gisele começou a ser cogitado eu ainda estava na "geladeira". Eu nunca fui favorável, não pela Gisele, que é uma excelente profissional, mas é o que já expliquei: o Sebastian é único. Um nome da moda passa como a moda, você tem que renovar sempre. E aí esse ícone faz publicidade para outras marcas. Qual a identidade que ele tem com a sua marca? Na época, se você estivesse na Rua do Ouvidor, aí no Rio, em frente à loja C&A e perguntasse para 10 passantes se conheciam a Gisele e o Sebastian, certamente 10 responderiam que conheciam o Sebastian e apenas 1 saberia que a Gisele é uma modelo, ponto, nada mais que isso.
Tanto que não tiveram coragem de aposentar o Sebas já naquela época. E olha que tentaram viu!
Aí vem uma mente brilhante (isso é ironia, tá) e soluciona: vamos por os dois juntos nos anúncios, Sebas e Gisele. Queriam fazer o mesmo com o Ricky Martin, que se recusou, aí o Sebas ficou fazendo só as campanhas de telefone celular, na fase do Ricky.
Mas, sim, foi marcante. A C&A faz ser marcante. É um caminhão de dinheiro investido em mídia e produção.
Resposta: Pois é, Marcela, eu sempre me preocupei somente em promover os meus clientes e não a mim. Sempre fui dos bastidores e não me preocupei se caráters menos dignos estavam levando as glórias às minhas custas.
A matéria que você citou foi publicada no jornal Folha de São Paulo, em seu caderno "Folha Ilustrada" e era uma primazia de "desinformação". Como eu tenho gastrite e não posso engolir porcaria, tive que botar pra fora e exigi retratação.
O que importa, de fato, é que os documentos comprovam a verdade. Eu tenho inúmeras matérias de veículos impressos que estampam eu, Ralph e Cimino, até mesmo na capa. O Meio&Mensagem, sem dúvida o maior veículo especializado na nossa área, fez uma matéria, a principal daquela edição, entrevistando eu e o Ralph. O Prêmio Profissionais do Ano, da Rede Globo, foi concedido à mim e ao Possi, pela criação do AbuseUse e do Sebastian e não a mais ninguém e isso está gravado na história do Prêmio. E eu tenho o documento "mor": minha carteira profissional.
Marcela: Na sua opinião, resumidamente, o que significou o Sebastian para a C&A? O que fez com que ele obtivesse tanto sucesso? Como foi a repercussão na época? Você tem dados numéricos de aumento nas vendas?
Resposta: A criação de um personagem símbolo de momentos promocionais era uma missão dada, já há muito, pelo Van Der Zee, a mim e ao Ralph. No festival de Cannes, em 1989, vimos um filme do whisky JB que nos deu a idéia. Seria um personagem fashion, que apresentaria as ofertas e conceitos promocionais cantando e dançando. Essa história plantada de que foi criado com base no personagem interpretado por Cab Calloway no filme The Blues Brothers é pura balela. As gags utilizadas no filme foram sugeridas pelo Zé Possi, com base no The Blues Brothers, assim como a música que serviria de tema base para a criação da nossa música. O Cab Calloway já era bem idoso e criar um personagem baseado nele só pode passar na cabeça de quem não tinha a menor noção dos policies da C&A. Isso é interpretação daqueles que só viram o vulto, pela janela, atrás da cortina, sem saber exatamente o que acontecia no interior. Eu planejei toda a estrutura da campanha no espetáculo "Emoções Baratas", que o Possi estava montando e a Bia Aydar estava produzindo. Só eu, o Possi e a Bia já tinham visto os ensaios e sabiam do que se tratava. Tanto que o Sebastian era um dos bailarinos que estrearia o espetáculo.
Eu disse ao Ralph e ao Cimino: "Não adianta a gente só criar o personagem. Precisamos mais do que isso, para não ficar brega. Precisamos criar um sinônimo, só nosso, de período de ofertas. E assim foi criado o tema "AbuseUse C&A. Ofertas selecionadas". A primeira frase que o Sebas canta no filme de lançamento é: "Atençao, pra você eu vou contar, sempre que você ouvir AbuseUse, tem ofertas selecionadas na C&A". Veja no meu canal no Youtube: http://www.youtube.com/watch?v=yVrh6yt9EdA
O Sebastian significou isso para a C&A. O início da era de consolidação da imagem de varejo de moda que não é brega e se compromete a praticar o conceito "good value for money". Um personagem que, pelo seu talento e carisma, conquistou a simpatia de famílias inteiras e a C&A vende roupas para a família toda e não somente para os fãs da Beyonce.
A repercussão foi estupenda, desde o início e ainda continua sendo. Outro dia tomava um café com o Sebas e um sem número de pessoas vieram pedir autógrafos, tirar fotos, perguntando se era verdade que ele não faria mais C&A e que torciam para ele voltar. Sebas é uma figura, uma simpatia e as pessoas não têm receio de se aproximar dele e serem recusadas, como acontece quando se aproximam dos grandes astros.
Eu não lembro de números. Faz muito tempo e eu sou péssimo com números. Hehehe...
Marcela: Muitos textos afirmam que o Sebastian rompeu preconceitos e foi o primeiro garoto-propaganda negro na publicidade brasileira, o que eu mesma questionei. Essas afirmações categóricas são muito perigosas, né? (Na hora me lembrei do Grande Otelo, das Óticas do Povo, por exemplo.) E seu texto na revista também desmente isso. Para descrevê-lo sem errar, posso afirmar que o Sebastian foi um dos primeiros e poucos negros a permanecer tanto tempo como garoto-propaganda de uma marca? Ou você acha que devo evitar esse tipo de afirmação?
Resposta: Não sei se foi o primeiro negro, acho que não. O fato é: o Sebastian foi o ícone da C&A por 20 anos. No Brasil, acho que só o Carlinhos Moreno para a BomBril permaneceu por muito tempo e mesmo assim interrupto. O Sebastian ficou por 20 anos ininterruptos.
Marcela: Este ano o Sebastião Fonseca anunciou o fim do seu contrato com a C&A, após 20 anos. O que você achou disso? Acredita que ele não mais se enquadrava à proposta de “glamourização” da C&A a partir da agregação de atributos do mundo fashion, que se iniciou a partir da campanha com a Gisele Bündchen e continua com as outras modelos? (Essa é uma pergunta que eu gostaria muito de fazer a alguém que atualmente trabalhe na área de Marketing da C&A. Eu gostaria de tentar, embora não tenha certeza de que vá conseguir, pois sei que a empresa tem uma política de sigilo bem rígida. Você acha que vale a pena eu tentar?)
Resposta: Olha, costuma-se dizer que tentar não dói. Se você se preparar para ouvir balela e souber filtrar e analisar o que vai ouvir...
Marcela: Falando em Gisele Bündchen... Como contou, após sair da Avanti você continuou trabalhando com a C&A, como free-lancer. Você chegou a participar de alguma forma da campanha de 25 anos? Se sim, poderia me contar um pouco como foi? Tendo participado ou não, o que achou da campanha? Considera que foi mais um marco?
Resposta: Quando o nome Gisele começou a ser cogitado eu ainda estava na "geladeira". Eu nunca fui favorável, não pela Gisele, que é uma excelente profissional, mas é o que já expliquei: o Sebastian é único. Um nome da moda passa como a moda, você tem que renovar sempre. E aí esse ícone faz publicidade para outras marcas. Qual a identidade que ele tem com a sua marca? Na época, se você estivesse na Rua do Ouvidor, aí no Rio, em frente à loja C&A e perguntasse para 10 passantes se conheciam a Gisele e o Sebastian, certamente 10 responderiam que conheciam o Sebastian e apenas 1 saberia que a Gisele é uma modelo, ponto, nada mais que isso.
Tanto que não tiveram coragem de aposentar o Sebas já naquela época. E olha que tentaram viu!
Aí vem uma mente brilhante (isso é ironia, tá) e soluciona: vamos por os dois juntos nos anúncios, Sebas e Gisele. Queriam fazer o mesmo com o Ricky Martin, que se recusou, aí o Sebas ficou fazendo só as campanhas de telefone celular, na fase do Ricky.
Mas, sim, foi marcante. A C&A faz ser marcante. É um caminhão de dinheiro investido em mídia e produção.
sábado, 11 de setembro de 2010
Primavera-Verão 2010 na Avenida já mostra crescimento em vendas.
A campanha Primavera-Verão 2010, que criei para as Lojas Avenida ( http://www.youtube.com/watch?v=gZh-8_xqXks ) já apresenta resultado de crescimento nas vendas.
Rodrigo Caseli me informou hoje: "Fechamos a primeira dezena ontem, com 27% de crescimento sobre 2009 e poderá melhorar na próxima semana. E na última dezena acredito que vamos arrebentar, em função da campanha de Cameba".
Ele merece!
Rodrigo Caseli me informou hoje: "Fechamos a primeira dezena ontem, com 27% de crescimento sobre 2009 e poderá melhorar na próxima semana. E na última dezena acredito que vamos arrebentar, em função da campanha de Cameba".
Ele merece!
"Case C&A". Um "case" para o mercado, uma história de vida e aprendizado para mim e meus parceiros.
Este tópico foi criado a partir da abordagem da estudante de Publicidade da UFRJ, Marcela Marçal Dias, e vem de encontro ao livro que estou escrevendo com um parceiro que ainda não autorizou a divulgação de seu nome, provisóriamente intitulado "VW. Como construímos uma marca.".
O que tenho a dizer, primeiramente, Marcela, é que as oportunidades aparecem, como agora, e o nosso sucesso depende de sabermos identificar e otimizar oportunidades.
Você verá, ao longo de nossa conversa, que eu e esse misterioso parceiro, lidamos com isso para construir, sem dúvida, um dos maiores "cases" de construção de marca no Brasil.
Quero começar esclarecendo que, em campanhas de grande porte, como as da C&A, existem centenas de profissionais envolvidos e há uma minoria, se comparada aos colaboradores, que está intimamente ligada ao cliente, na gestão de seus interesses. Eu estive entre essa minoritária minoria por mais de duas décadas.
Explico:
Em 1984, eu estava com 24 anos e era Diretor de Criação, junto com Mário D'Andrea (que hoje é Presidente da JWT no Brasil) da conta do Shopping Center Ibirapuera, na Dois Pontos Publicidade. O Edgar "Woody" Gebara era um dos redatores de nosso time.
A loja da C&A no Shopping Ibirapuera foi a primeira loja em shopping que a C&A abriu no Brasil (o nome do Banco IBI, que foi criado pela holding da C&A, é a sigla da loja que deu a "arrancada" da C&A aqui) e a C&A era a âncora principal do shopping. Veja em http://pt.wikipedia.org/wiki/Fam%C3%ADlia_Brenninkmeijer
As campanhas do Shopping Ibirapuera, à época, abriram os olhos do Vice-Presidente de Marketing da C&A, Theodorus Van der Zee, para o trabalho que eu e o Mário D'Andrea vínhamos realizando e daí surgiu o convite para ir para a C&A e formar o time de criativos da house-agency que estava sendo criada, a Avanti Propaganda.
Ocorre que a minha surpresa aconteceu quando, na entrevista definitiva de contratação, com o Van der Zee e o John Brenninkmeijer (que era o Presidente da C&A no Brasil àquela época), me disseram que o departamento de RH havia identificado que eu tinha potencial para ser mais que um Diretor de Criação da Avanti e que a proposta era de eu ser treinado para ser um executivo de marketing de varejo e contribuir para que a C&A liderasse, em pouco tempo, o ranking de varejo de moda de grande porte na América Latina. Para isso, eu teria de começar montando um time de colaboradores de primeira linha na Avanti.
Passei a primeira quinzena estagiando na loja da C&A no Shopping Center Norte (a mais nova loja à época) e os trinta dias seguidos percorrendo as lojas da capital de São Paulo e Santos.
Quando voltei para a Avanti, fui apresentado para o rescém nomeado Diretor de Publicidade da C&A e CEO da Avanti: Ralph Benny Choate. Ralph estava completando sete anos na empresa, com uma carreira meteórica que iniciou como trainee e chegou a team-leader de produtos, até ser promovido ao cargo já citado.
A empatia com o Ralph foi imediata e aí começou uma duradoura parceria profissional.
A missão era árdua! Eu tinha apenas 24 anos, o Ralph uns 8 anos mais velho e uma responsabilidade que nossos ombros só suportaram porque somos muito ambiciosos e temos o que chamamos de "o vírus do varejo nas veias".
A C&A nos propiciou, de imediato, um extenso programa de treinamento nos mais importantes centros varejistas europeus.
Após o primeiro ano de espetaculares resultados de imagem e posicionamento alcançados com a comunicação da marca no Brasil, já fomos convocados para compartilhar nossa experiência com a filial no Japão, que tinha o mesmo tempo de existência da C&A no Brasil e não decolava.
E lá fomos nós, eu e Ralph para Tóquio. Em Tóquio conhecemos o irmão do John Brenninkmeijer, que era o Presidente da C&A no Japão àquela época. Ele nos brifou e nos conduziu à Dentsu-Young&Rubican, que tinha a conta da C&A no Japão. Trabalhamos com a equipe da Dentsu durante um mês e mais do que a contribuição que dei, perdurou o que aprendi com os Japoneses e sua filosofia. Uma experiência inesquecível!
Em nosso retorno ao Brasil somamos o terceiro mosqueteiro que, efetivamente, nos fez construir a marca C&A no Brasil: Valdir Cimino.
Valdir Cimino é, hoje, Presidente-Fundador da Associação Viva e Deixe Viver e vive com a felicidade de levar felicidade para crianças que não tiveram a oportunidade que a nós foi concedida.
E o Ralph, você sabe, está reconstruindo a imagem da Riachuelo.
Em 1990, estimulados pelo sucesso do lançamento do AbuseUse C&A e do Sebastian, seduzidos por tentadoras propostas do mercado, eu e o Cimino resolvemos sair da Avanti. O Cimino foi para a MTV e eu para a house-agency da Sharp.
Em 1991 o Cimino foi para a Rede Globo e eu montei a Wham Waldir Costa Art Directors com um contrato de dez anos para criar, junto com o Cimino e sua equipe, a identidade da Superintendência Comercial da Rede Globo de Televisão (SUCOM), que hoje se intitula Direção Geral de Comercialização.
Em minha Carteira Profissional consta que deixei de ser funcionário da C&A dia 6 de agosto de 1990. Nessa oportunidade disse ao Van Der Zee que estava deixando a empresa, muito grato por tudo que investiram em minha formação profissional, mas, precisava encarar novos desafios, que incluiam abrir minha própria empresa de criação e comunicação e que ter a C&A como cliente me honraria muito. Van Der Zee me acenou com a recíproca verdadeira, contudo, na prática, não foi bem assim.
A C&A é uma empresa originalmente familiar e lotada de princípios éticos/administrativos e um dos mandamentos paternalistas impostos era: "ex-funcionário que se estabelece não pode vir a ser fornecedor". Os clássicos conceitos administrativos impostos pelos Brenninkmeijer perduraram até a aposentadoria do Van Der Zee e a Presidência da holding, Cofra, ser assumida pelo Luiz Antonio de Moraes Carvalho e isso se deu no final da década de 90.
Durante este período eu estive extremamente ocupado com meu contrato com a Rede Globo e nem liguei para o fato de o apalavrado não ter sido honrado.
Um ou dois anos depois de eu ter saído o Ralph me confiou um job para a criação da campanha do novo Cartão de Crédito C&A, pois achava que não teria oposição e quase foi crucificado.
Logo que o Luiz Antonio assumiu a Presidência da Cofra - isso se deu junto com a criação do Banco IBI - o relacionamento se refez, pois, não havia mais impedimentos impostos. Contudo, eu não tinha mais tempo para estar presente full-time, pois tinha meus afazeres na Wham.
No início de 2005, após terem aprovado o plano estratégico de cinco anos, o Ralph me acenou com uma tentadora proposta para eu deixar a gestão da Wham, durante aquele ano, a cargo de outro gestor e fazer a gestão da criação na Avanti, como colaborador terceirizado, não como funcionário, contudo, eu teria que estar presente lá full-time. Eu aceitei.
O mais marcante, nessa fase, foi a criação da campanha de primavera-verão, que marcou o encerramento do contrato com o Ricky Martin. Durante oito meses de contrato, não havia usado uma música dele num comercial. Estava óbvio para mim: vamos encerrar a participação dele em alto estilo, ele interpretando "Viva La Vida Loca". E o filme foi produzido todo no estilo "vida loca".
Bem, sua primeira pergunta foi: "Quem era sua dupla de criação na Avanti?".
Resposta: Era um trio, eu, Ralph e Cimino. O que nós concluímos foi que a empresa nos dava a oportunidade de trabalhar com os melhores e que devíamos aproveitar isso. Decidimos não ter ninguém fixo e chamar, para cada job, quem mais atendesse àquela necessidade. A conceituação das campanhas nós três fazíamos, era essa a nossa missão, e chamávamos quem agregaria. Detalhe: sempre tivemos uma verba espetacular.
Na criação dos filmes, percebemos que chamar o Diretor do filme para participar da criação era um avanço e nesse mood pude criar com Ricardo Van Steen, Ucho Carvalho, Vinícius Mainardi, Luiz Trípoli, Walter Salles Júnior, José Possi Neto, entre tantos outros não menos importantes.
Na criação das peças gráficas, onde a estética da fotografia de moda impera, tive nomes como J.R.Duran, Trípoli, Bob Wolfenson e acho que uma centena de nomes nacionais e internacionais, que já tinham, ou passaram a ter status de primeiro time.
E na criação de promoções e eventos, de entretenimento, esportes e mídia, onde o Cimino exercia com maestria, tivemos nomes também de grandeza absoluta, a destacar-se àquela que viria a ser minha primeira esposa: Bia Aydar.
Para resumir: Cimino e Bia trouxeram, pela primeira vez ao Brasil, sob o patrocínio da C&A, Madonna. E contribuiram para que se consolidasse mega-eventos como Hollywood Rock, Carlton Dance e Rock'n'Rio, em suas primeiras edições.
Você já perguntou também acerca da participação do Alemão e do Woody nesse processo. Eles somam-se aos nomes já citados acima.
O Woody eu já contei que trabalhava comigo na Dois Pontos, como redator e foi então que o conheci. Quando criei o AbuseUse C&A, chamei o Woody, pois, ele é compositor e eu precisava somar o talento dele como publicitário e compositor para escrever as músicas que o Sebastian interpretaria nos filmes. Ele provou sua competência e assim as portas da Avanti se abriram para ele, que também integrou o time de free-lancers até o desligamento do Ralph e a Avanti deixar de existir.
O Alemão também integrou a equipe durante uns 20 anos, como free-lancer.
Ufa! Acho que isso encerra a primeira fase. Agora, vamos lá Marcela, envie as próximas perguntas, você está me ajudando a contar mais do que uma história profissional: uma história de vida.
O que tenho a dizer, primeiramente, Marcela, é que as oportunidades aparecem, como agora, e o nosso sucesso depende de sabermos identificar e otimizar oportunidades.
Você verá, ao longo de nossa conversa, que eu e esse misterioso parceiro, lidamos com isso para construir, sem dúvida, um dos maiores "cases" de construção de marca no Brasil.
Quero começar esclarecendo que, em campanhas de grande porte, como as da C&A, existem centenas de profissionais envolvidos e há uma minoria, se comparada aos colaboradores, que está intimamente ligada ao cliente, na gestão de seus interesses. Eu estive entre essa minoritária minoria por mais de duas décadas.
Explico:
Em 1984, eu estava com 24 anos e era Diretor de Criação, junto com Mário D'Andrea (que hoje é Presidente da JWT no Brasil) da conta do Shopping Center Ibirapuera, na Dois Pontos Publicidade. O Edgar "Woody" Gebara era um dos redatores de nosso time.
A loja da C&A no Shopping Ibirapuera foi a primeira loja em shopping que a C&A abriu no Brasil (o nome do Banco IBI, que foi criado pela holding da C&A, é a sigla da loja que deu a "arrancada" da C&A aqui) e a C&A era a âncora principal do shopping. Veja em http://pt.wikipedia.org/wiki/Fam%C3%ADlia_Brenninkmeijer
As campanhas do Shopping Ibirapuera, à época, abriram os olhos do Vice-Presidente de Marketing da C&A, Theodorus Van der Zee, para o trabalho que eu e o Mário D'Andrea vínhamos realizando e daí surgiu o convite para ir para a C&A e formar o time de criativos da house-agency que estava sendo criada, a Avanti Propaganda.
Ocorre que a minha surpresa aconteceu quando, na entrevista definitiva de contratação, com o Van der Zee e o John Brenninkmeijer (que era o Presidente da C&A no Brasil àquela época), me disseram que o departamento de RH havia identificado que eu tinha potencial para ser mais que um Diretor de Criação da Avanti e que a proposta era de eu ser treinado para ser um executivo de marketing de varejo e contribuir para que a C&A liderasse, em pouco tempo, o ranking de varejo de moda de grande porte na América Latina. Para isso, eu teria de começar montando um time de colaboradores de primeira linha na Avanti.
Passei a primeira quinzena estagiando na loja da C&A no Shopping Center Norte (a mais nova loja à época) e os trinta dias seguidos percorrendo as lojas da capital de São Paulo e Santos.
Quando voltei para a Avanti, fui apresentado para o rescém nomeado Diretor de Publicidade da C&A e CEO da Avanti: Ralph Benny Choate. Ralph estava completando sete anos na empresa, com uma carreira meteórica que iniciou como trainee e chegou a team-leader de produtos, até ser promovido ao cargo já citado.
A empatia com o Ralph foi imediata e aí começou uma duradoura parceria profissional.
A missão era árdua! Eu tinha apenas 24 anos, o Ralph uns 8 anos mais velho e uma responsabilidade que nossos ombros só suportaram porque somos muito ambiciosos e temos o que chamamos de "o vírus do varejo nas veias".
A C&A nos propiciou, de imediato, um extenso programa de treinamento nos mais importantes centros varejistas europeus.
Após o primeiro ano de espetaculares resultados de imagem e posicionamento alcançados com a comunicação da marca no Brasil, já fomos convocados para compartilhar nossa experiência com a filial no Japão, que tinha o mesmo tempo de existência da C&A no Brasil e não decolava.
E lá fomos nós, eu e Ralph para Tóquio. Em Tóquio conhecemos o irmão do John Brenninkmeijer, que era o Presidente da C&A no Japão àquela época. Ele nos brifou e nos conduziu à Dentsu-Young&Rubican, que tinha a conta da C&A no Japão. Trabalhamos com a equipe da Dentsu durante um mês e mais do que a contribuição que dei, perdurou o que aprendi com os Japoneses e sua filosofia. Uma experiência inesquecível!
Em nosso retorno ao Brasil somamos o terceiro mosqueteiro que, efetivamente, nos fez construir a marca C&A no Brasil: Valdir Cimino.
Valdir Cimino é, hoje, Presidente-Fundador da Associação Viva e Deixe Viver e vive com a felicidade de levar felicidade para crianças que não tiveram a oportunidade que a nós foi concedida.
E o Ralph, você sabe, está reconstruindo a imagem da Riachuelo.
Em 1990, estimulados pelo sucesso do lançamento do AbuseUse C&A e do Sebastian, seduzidos por tentadoras propostas do mercado, eu e o Cimino resolvemos sair da Avanti. O Cimino foi para a MTV e eu para a house-agency da Sharp.
Em 1991 o Cimino foi para a Rede Globo e eu montei a Wham Waldir Costa Art Directors com um contrato de dez anos para criar, junto com o Cimino e sua equipe, a identidade da Superintendência Comercial da Rede Globo de Televisão (SUCOM), que hoje se intitula Direção Geral de Comercialização.
Em minha Carteira Profissional consta que deixei de ser funcionário da C&A dia 6 de agosto de 1990. Nessa oportunidade disse ao Van Der Zee que estava deixando a empresa, muito grato por tudo que investiram em minha formação profissional, mas, precisava encarar novos desafios, que incluiam abrir minha própria empresa de criação e comunicação e que ter a C&A como cliente me honraria muito. Van Der Zee me acenou com a recíproca verdadeira, contudo, na prática, não foi bem assim.
A C&A é uma empresa originalmente familiar e lotada de princípios éticos/administrativos e um dos mandamentos paternalistas impostos era: "ex-funcionário que se estabelece não pode vir a ser fornecedor". Os clássicos conceitos administrativos impostos pelos Brenninkmeijer perduraram até a aposentadoria do Van Der Zee e a Presidência da holding, Cofra, ser assumida pelo Luiz Antonio de Moraes Carvalho e isso se deu no final da década de 90.
Durante este período eu estive extremamente ocupado com meu contrato com a Rede Globo e nem liguei para o fato de o apalavrado não ter sido honrado.
Um ou dois anos depois de eu ter saído o Ralph me confiou um job para a criação da campanha do novo Cartão de Crédito C&A, pois achava que não teria oposição e quase foi crucificado.
Logo que o Luiz Antonio assumiu a Presidência da Cofra - isso se deu junto com a criação do Banco IBI - o relacionamento se refez, pois, não havia mais impedimentos impostos. Contudo, eu não tinha mais tempo para estar presente full-time, pois tinha meus afazeres na Wham.
No início de 2005, após terem aprovado o plano estratégico de cinco anos, o Ralph me acenou com uma tentadora proposta para eu deixar a gestão da Wham, durante aquele ano, a cargo de outro gestor e fazer a gestão da criação na Avanti, como colaborador terceirizado, não como funcionário, contudo, eu teria que estar presente lá full-time. Eu aceitei.
O mais marcante, nessa fase, foi a criação da campanha de primavera-verão, que marcou o encerramento do contrato com o Ricky Martin. Durante oito meses de contrato, não havia usado uma música dele num comercial. Estava óbvio para mim: vamos encerrar a participação dele em alto estilo, ele interpretando "Viva La Vida Loca". E o filme foi produzido todo no estilo "vida loca".
Bem, sua primeira pergunta foi: "Quem era sua dupla de criação na Avanti?".
Resposta: Era um trio, eu, Ralph e Cimino. O que nós concluímos foi que a empresa nos dava a oportunidade de trabalhar com os melhores e que devíamos aproveitar isso. Decidimos não ter ninguém fixo e chamar, para cada job, quem mais atendesse àquela necessidade. A conceituação das campanhas nós três fazíamos, era essa a nossa missão, e chamávamos quem agregaria. Detalhe: sempre tivemos uma verba espetacular.
Na criação dos filmes, percebemos que chamar o Diretor do filme para participar da criação era um avanço e nesse mood pude criar com Ricardo Van Steen, Ucho Carvalho, Vinícius Mainardi, Luiz Trípoli, Walter Salles Júnior, José Possi Neto, entre tantos outros não menos importantes.
Na criação das peças gráficas, onde a estética da fotografia de moda impera, tive nomes como J.R.Duran, Trípoli, Bob Wolfenson e acho que uma centena de nomes nacionais e internacionais, que já tinham, ou passaram a ter status de primeiro time.
E na criação de promoções e eventos, de entretenimento, esportes e mídia, onde o Cimino exercia com maestria, tivemos nomes também de grandeza absoluta, a destacar-se àquela que viria a ser minha primeira esposa: Bia Aydar.
Para resumir: Cimino e Bia trouxeram, pela primeira vez ao Brasil, sob o patrocínio da C&A, Madonna. E contribuiram para que se consolidasse mega-eventos como Hollywood Rock, Carlton Dance e Rock'n'Rio, em suas primeiras edições.
Você já perguntou também acerca da participação do Alemão e do Woody nesse processo. Eles somam-se aos nomes já citados acima.
O Woody eu já contei que trabalhava comigo na Dois Pontos, como redator e foi então que o conheci. Quando criei o AbuseUse C&A, chamei o Woody, pois, ele é compositor e eu precisava somar o talento dele como publicitário e compositor para escrever as músicas que o Sebastian interpretaria nos filmes. Ele provou sua competência e assim as portas da Avanti se abriram para ele, que também integrou o time de free-lancers até o desligamento do Ralph e a Avanti deixar de existir.
O Alemão também integrou a equipe durante uns 20 anos, como free-lancer.
Ufa! Acho que isso encerra a primeira fase. Agora, vamos lá Marcela, envie as próximas perguntas, você está me ajudando a contar mais do que uma história profissional: uma história de vida.
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Pernambucanas lança coleção e promove concurso cultural.
A Pernambucanas realiza o concurso cultural "Renovar tem a ver com a minha vida" para promover sua nova coleção Primavera/Verão.
Para participar, basta acessar o hotsite do concurso e criar um visual utilizando as peças da nova coleção disponíveis com criatividade e escrever uma frase sobre a composição.
Os visuais estarão dsponíveis no hotsite na "Galeria de Looks" e participarão de votação popular, que selecionará os três mais votados para a fase final, quando uma comissão julgadorá avaliará os finalistas.
Ao final da avaliação, as duas melhores composições ganharão um vale-compras para uso em todas as Lojas Pernambucanas no valor de R$ 500,00.
Fonte: Assessoria de Imprensa da Pernambucanas
Para participar, basta acessar o hotsite do concurso e criar um visual utilizando as peças da nova coleção disponíveis com criatividade e escrever uma frase sobre a composição.
Os visuais estarão dsponíveis no hotsite na "Galeria de Looks" e participarão de votação popular, que selecionará os três mais votados para a fase final, quando uma comissão julgadorá avaliará os finalistas.
Ao final da avaliação, as duas melhores composições ganharão um vale-compras para uso em todas as Lojas Pernambucanas no valor de R$ 500,00.
Fonte: Assessoria de Imprensa da Pernambucanas
Filme da Renner em homenagem à mulher baiana.
Gravado em Salvador com casting de 93 soteropolitanos:
portal.lojasrenner.com.br/hotsite/salvador2010/
portal.lojasrenner.com.br/hotsite/salvador2010/
Renner estréia a campanha Tempo de Mulher.
“Um tempo só para você”.
É o mote da campanha Tempo de Mulher, que a Renner estreou ontem. A ação enfatiza a relação de cumplicidade da marca com a mulher, incentivando que ela dedique um tempinho para cuidar da beleza. Desenvolvida pela Paim, a campanha traz filme de 15 segundos, merchandising nos programas Mais Você (TV Globo) e Hoje em Dia (TV Record), anúncios, catálogos, spot, mala direta e ambientação no ponto de venda.
A campanha digital, assinada pela 3YZ, segue a mesma linha da versão offline e ajuda a mulher a otimizar o tempo para se cuidar. No hotsite disponível no endereço www.lojasrenner.com.br, o internauta pode participar do concurso cultural “O que você faria se o dia tivesse 25 horas?”. O autor da melhor resposta com até 400 caracteres, cadastrada no hotsite, ganhará o prêmio de R$ 1 mil para gastar em uma loja da Renner, que será fechada exclusivamente para as compras, e mais 1 kit de perfumes. O concurso terá uma versão no twitter (#TEMPODEMULHER), e os autores das quatro melhores respostas, com até 140 caracteres, ganharão um kit de perfumes cada.
No hotsite também é possível acompanhar o blog Espaço da Mulher com dicas de beleza e moda, além de acessar o catálogo virtual. A divulgação online conta também com um banner interativo, que se utiliza de vídeo e áudio para levar as clientes para a loja. A peça será veiculada em canais femininos e portais.
Cuidados com a beleza - Alinhada com os desejos da mulher contemporânea, que precisa criar “brechas” na sua agenda corrida para cuidar de si, a Renner incluiu na campanha cursos de maquiagem, que serão realizados por promotoras e especialistas de importantes marcas de cosméticos como Payot, Tracta, Revlon, Bourjois, L’Oréal e Lancôme. Para participar, é necessário efetuar compra de produtos das respectivas marcas e se inscrever nas lojas. Entre os temas abordados estão automaquiagem, tratamento de pele e diagnóstico capilar.
Fonte: Renner
É o mote da campanha Tempo de Mulher, que a Renner estreou ontem. A ação enfatiza a relação de cumplicidade da marca com a mulher, incentivando que ela dedique um tempinho para cuidar da beleza. Desenvolvida pela Paim, a campanha traz filme de 15 segundos, merchandising nos programas Mais Você (TV Globo) e Hoje em Dia (TV Record), anúncios, catálogos, spot, mala direta e ambientação no ponto de venda.
A campanha digital, assinada pela 3YZ, segue a mesma linha da versão offline e ajuda a mulher a otimizar o tempo para se cuidar. No hotsite disponível no endereço www.lojasrenner.com.br, o internauta pode participar do concurso cultural “O que você faria se o dia tivesse 25 horas?”. O autor da melhor resposta com até 400 caracteres, cadastrada no hotsite, ganhará o prêmio de R$ 1 mil para gastar em uma loja da Renner, que será fechada exclusivamente para as compras, e mais 1 kit de perfumes. O concurso terá uma versão no twitter (#TEMPODEMULHER), e os autores das quatro melhores respostas, com até 140 caracteres, ganharão um kit de perfumes cada.
No hotsite também é possível acompanhar o blog Espaço da Mulher com dicas de beleza e moda, além de acessar o catálogo virtual. A divulgação online conta também com um banner interativo, que se utiliza de vídeo e áudio para levar as clientes para a loja. A peça será veiculada em canais femininos e portais.
Cuidados com a beleza - Alinhada com os desejos da mulher contemporânea, que precisa criar “brechas” na sua agenda corrida para cuidar de si, a Renner incluiu na campanha cursos de maquiagem, que serão realizados por promotoras e especialistas de importantes marcas de cosméticos como Payot, Tracta, Revlon, Bourjois, L’Oréal e Lancôme. Para participar, é necessário efetuar compra de produtos das respectivas marcas e se inscrever nas lojas. Entre os temas abordados estão automaquiagem, tratamento de pele e diagnóstico capilar.
Fonte: Renner
Rodrigo Caseli assume a Presidência do Grupo da família.
Aqui comentei que o CEO da H&M, com 35 anos, assumiu, em fevereiro de 2009, a direção geral do grupo fundado por seu avô e desde então as ações da companhia cresceram 34%.
Pois, bem mais perto da gente do que o grupo sueco, o Grupo Caseli, sediado em Cuiabá e de propriedade da família Caseli, também tem um jovem executivo competente e à frente no comando das empresas.
Rodrigo Caseli é o recém-nomeado Presidente do Grupo Caseli, dividindo com seus irmãos Giovanna e Christian o papel de Conselheiros no Conselho Administrativo presidido pelo patriarca Ailton Caseli.
Rodrigo nasceu na cidade de Campos, Rio de Janeiro e mudou-se para o Mato Grosso em 1976, juntamente com sua família. Graduou-se em Administração pela Universidade de Cuiabá - UNIC e Pós-Graduou-se em Marketing pela Fundação Getulio Vargas - FGV. Aos 18 anos começou a trabalhar no departamento de compras do Grupo Caseli e nos anos seguintes atuou em várias áreas, por 4 anos como Diretor Financeiro e de Marketing e nos últimos dois anos como Vice-Presidente.
Consolidou a maior rede de lojas de varejo de confecção da região Centro-Oeste/Norte do Brasil, com mais de 60 lojas em 8 estados da federação.
Depois de muitos investimentos, os resultados somam um faturamento, em 2010, na casa dos R$ 260 milhões.
A primeira loja do grupo foi fundada em 1978. A Maracanã dos Tecidos, como era chamada, se transformou numa rede com cerca de 1.700 colaboradores, sendo 40% deles em Mato Grosso, onde a empresa mantém a sede administrativa. 25% do faturamento são gerados em seu estado de origem.
O sucesso do Grupo não caiu do céu. "Pelo contrário", diz Rodrigo Caseli, "superamos as dificuldades dia após dia, principalmente devido à alta carga tributária, além da severa lei trabalhista. Os impostos vão contra o crescimento de qualquer empresa, assim como leis ultrapassadas, dificuldade na questão logística e a falta de mão-de-obra qualificada”.
Tais dificuldades não impediram o Grupo, originalmente de estrutura familiar, de continuar investindo. Rodrigo explica que a empresa vem profissionalizando seu conselho administrativo sem deixar de lado a característica familiar. Para ele, isso garante agilidade nas tomadas de decisões. Fato que foi decisivo para passar pela crise no sistema financeiro que acometeu o mundo entre 2008 e 2009.
Naquele momento, a empresa optou por reduzir os estoques, fazer alguns cortes no quadro de colaboradores e até reduzir o tempo dos crediários oferecidos pela rede. Mas as decisões, agora, depois de um ano de crise e cortes, se mostram essenciais por apontar futuros crescimentos. O Grupo deve continuar ampliando sua rede de atuação com novas lojas em cidades de Mato Grosso que ainda não possuem representantes como em Primavera do Leste, Lucas do Rio Verde, Juara, entre outras. Cidades localizadas nos estados do Pará, Tocantins e do Maranhão também são possíveis sedes de novas lojas. Esses mercados estão sendo analisados pela companhia.
2010: “Já experimentamos crescimentos em vendas. Antes do período recessivo do ano passado vínhamos em um processo de três anos de crescimento muito grande. Só neste período foram 38 novas lojas. A crise deu uma freada e estamos em recuperação.”
Rodrigo Caseli promete uma liderança participativa, onde as principais tomadas de decisões serão analisadas juntamente com os colaboradores, dando o suporte necessário para que contribuam voluntariamente e com entusiasmo, a fim de alcançarem os objetivos da equipe e da organização.
Pois, bem mais perto da gente do que o grupo sueco, o Grupo Caseli, sediado em Cuiabá e de propriedade da família Caseli, também tem um jovem executivo competente e à frente no comando das empresas.
Rodrigo Caseli é o recém-nomeado Presidente do Grupo Caseli, dividindo com seus irmãos Giovanna e Christian o papel de Conselheiros no Conselho Administrativo presidido pelo patriarca Ailton Caseli.
Rodrigo nasceu na cidade de Campos, Rio de Janeiro e mudou-se para o Mato Grosso em 1976, juntamente com sua família. Graduou-se em Administração pela Universidade de Cuiabá - UNIC e Pós-Graduou-se em Marketing pela Fundação Getulio Vargas - FGV. Aos 18 anos começou a trabalhar no departamento de compras do Grupo Caseli e nos anos seguintes atuou em várias áreas, por 4 anos como Diretor Financeiro e de Marketing e nos últimos dois anos como Vice-Presidente.
Consolidou a maior rede de lojas de varejo de confecção da região Centro-Oeste/Norte do Brasil, com mais de 60 lojas em 8 estados da federação.
Depois de muitos investimentos, os resultados somam um faturamento, em 2010, na casa dos R$ 260 milhões.
A primeira loja do grupo foi fundada em 1978. A Maracanã dos Tecidos, como era chamada, se transformou numa rede com cerca de 1.700 colaboradores, sendo 40% deles em Mato Grosso, onde a empresa mantém a sede administrativa. 25% do faturamento são gerados em seu estado de origem.
O sucesso do Grupo não caiu do céu. "Pelo contrário", diz Rodrigo Caseli, "superamos as dificuldades dia após dia, principalmente devido à alta carga tributária, além da severa lei trabalhista. Os impostos vão contra o crescimento de qualquer empresa, assim como leis ultrapassadas, dificuldade na questão logística e a falta de mão-de-obra qualificada”.
Tais dificuldades não impediram o Grupo, originalmente de estrutura familiar, de continuar investindo. Rodrigo explica que a empresa vem profissionalizando seu conselho administrativo sem deixar de lado a característica familiar. Para ele, isso garante agilidade nas tomadas de decisões. Fato que foi decisivo para passar pela crise no sistema financeiro que acometeu o mundo entre 2008 e 2009.
Naquele momento, a empresa optou por reduzir os estoques, fazer alguns cortes no quadro de colaboradores e até reduzir o tempo dos crediários oferecidos pela rede. Mas as decisões, agora, depois de um ano de crise e cortes, se mostram essenciais por apontar futuros crescimentos. O Grupo deve continuar ampliando sua rede de atuação com novas lojas em cidades de Mato Grosso que ainda não possuem representantes como em Primavera do Leste, Lucas do Rio Verde, Juara, entre outras. Cidades localizadas nos estados do Pará, Tocantins e do Maranhão também são possíveis sedes de novas lojas. Esses mercados estão sendo analisados pela companhia.
2010: “Já experimentamos crescimentos em vendas. Antes do período recessivo do ano passado vínhamos em um processo de três anos de crescimento muito grande. Só neste período foram 38 novas lojas. A crise deu uma freada e estamos em recuperação.”
Rodrigo Caseli promete uma liderança participativa, onde as principais tomadas de decisões serão analisadas juntamente com os colaboradores, dando o suporte necessário para que contribuam voluntariamente e com entusiasmo, a fim de alcançarem os objetivos da equipe e da organização.
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Guy Ritchie dirige filme publicitário de moda.
O diretor britânico Guy Ritchie, dirigiu o comercial da Dior Homme. O filme tem duração de um curta-metragem. Jude Law, ator inglês, é o protagonista do enredo intitulado "Un rendez vous".
http://www.youtube.com/watch?v=2ABf3HlloRA&feature=player_embedded
http://www.youtube.com/watch?v=2ABf3HlloRA&feature=player_embedded
domingo, 5 de setembro de 2010
Teaser da H&M para Lanvin.
A H&M faz clima de suspense e divulga vídeos para os fashionistas tentar advinhar que será o novo estilista a fazer parceria com a rede para a sua linha de fast fashion. Depois de parceiros como Madonna, Jimmy Choo, Sonia Rykiel, entre outros, quem será o novo colaborador da temporada?
A rede sueca H&M confirmou esta quinta-feira (2) que a sua próxima linha feita em colaboração com uma grande marca de luxo será assinada pela Lanvin.
As peças serão criadas pelos estilistas Alber Elbaz e Lucas Ossendrijver, responsáveis pelas coleções feminina e masculina da grife francesa. Na última semana, a H&M tinha divulgado alguns teasers em vídeo sobre a nova parceria, sem revelar quais seriam os estilistas por trás da novidade.
A coleção Lanvin para H&M será divulgada no dia 2 de Novembro e chegará às lojas três semanas depois, no dia 23. As criações estarão disponíveis em 200 lojas da rede.
http://www.youtube.com/watch?v=VXCHeYUhjBU&feature=player_embedded
http://www.youtube.com/watch?v=VNuXnsAI0Ow&feature=player_embedded
http://www.youtube.com/watch?v=C_nyE79vjIE&feature=player_embedded
http://www.youtube.com/watch?v=zF8o7naOqb4&feature=player_embedded
http://www.youtube.com/watch?v=EZF5a5hiJPc&feature=player_embedded
http://www.youtube.com/watch?v=SK7tiXfHEcw&feature=related
A rede sueca H&M confirmou esta quinta-feira (2) que a sua próxima linha feita em colaboração com uma grande marca de luxo será assinada pela Lanvin.
As peças serão criadas pelos estilistas Alber Elbaz e Lucas Ossendrijver, responsáveis pelas coleções feminina e masculina da grife francesa. Na última semana, a H&M tinha divulgado alguns teasers em vídeo sobre a nova parceria, sem revelar quais seriam os estilistas por trás da novidade.
A coleção Lanvin para H&M será divulgada no dia 2 de Novembro e chegará às lojas três semanas depois, no dia 23. As criações estarão disponíveis em 200 lojas da rede.
http://www.youtube.com/watch?v=VXCHeYUhjBU&feature=player_embedded
http://www.youtube.com/watch?v=VNuXnsAI0Ow&feature=player_embedded
http://www.youtube.com/watch?v=C_nyE79vjIE&feature=player_embedded
http://www.youtube.com/watch?v=zF8o7naOqb4&feature=player_embedded
http://www.youtube.com/watch?v=EZF5a5hiJPc&feature=player_embedded
http://www.youtube.com/watch?v=SK7tiXfHEcw&feature=related
Ana Beatriz Barros, Caroline Ribeiro e Isabeli Fontana no comercial “Total Jeans” da C&A.
Na China, anúncio de lingerie ultraja a memória da falecida Princesa Diana.
Mais uma característica do BRIC: assim como temos experimentado no Brasil, onde o desenvolvimento comercial supera o preparo profissional e há uma legião de moleques retardados, mal formados e achando que sabem de tudo simplesmente porque têm acesso à uma infinidade de informação através de seus laptops e quetais, fomentados por seus contratantes que só pensam em pagar um quinto dos honorários que um preparado profissional quer receber, na China, um criador medíocre inventou um ultrajante anúncio, aprovado por um cliente aida mais imbecil, mostrando uma sósia da falecida Princesa Diana, por ocasião do décimo terceiro aniversário de sua morte.
Sob o slogan "Sinta o romance da realeza britânica", o anúncio caracteriza a Princesa usando uma tiara, colar, sutiã e calcinhas azuis, tocando violoncelo para uma criança. O poster controverso foi exibido em outdoors gigantes nas lojas e nos aeroportos Chineses. A empresa produtora da lingerie é a Jealousy International, baseada na China, na província de Guandong. Em seu website, o fabricante tem uma seção intitulada " Diana", com o slogan "Libere sua mente, libere seu estilo" e descreve o gosto de Diana pelo "romantismo francês". É um exemplo típico de como funciona o raciocínio de um imbecil incumbido de exercer uma atividade para a qual está despreparado. Aliás, um não, mas, todos os energúmenos envolvidos.
A Grâ Bretanha tem limitações em usar imagens da família real para promover produtos, mas é impotente para atuar contra as companhias que o fazem no exterior. A Clarence House, que representa o príncipe Charles, declinou comentar o anúncio. Mas, um jornalista britânico que parou ante o anúncio em Shenzhen, um aeroporto no sul do país, ficou chocado. Sam Chambers, que trabalhou na China por uma década, se reportou dizendo: "Eu estava indo pegar minha bagagem na esteira quando vi o anúncio num painel publicitário e não podia acreditar no que estava vendo". Chambers adicionou: "Me deixou especialmente indignado, porque, naquele dia, era justamente o aniversário de sua morte". A princesa Diana morreu em 31 de agosto de 1997, em um choque de carros num túnel em Paris.
Pense bem, que excelente inspiração para criar um anúncio. Tem que ser muito imbecil.
Veja a imbecilidade:
Sob o slogan "Sinta o romance da realeza britânica", o anúncio caracteriza a Princesa usando uma tiara, colar, sutiã e calcinhas azuis, tocando violoncelo para uma criança. O poster controverso foi exibido em outdoors gigantes nas lojas e nos aeroportos Chineses. A empresa produtora da lingerie é a Jealousy International, baseada na China, na província de Guandong. Em seu website, o fabricante tem uma seção intitulada " Diana", com o slogan "Libere sua mente, libere seu estilo" e descreve o gosto de Diana pelo "romantismo francês". É um exemplo típico de como funciona o raciocínio de um imbecil incumbido de exercer uma atividade para a qual está despreparado. Aliás, um não, mas, todos os energúmenos envolvidos.
A Grâ Bretanha tem limitações em usar imagens da família real para promover produtos, mas é impotente para atuar contra as companhias que o fazem no exterior. A Clarence House, que representa o príncipe Charles, declinou comentar o anúncio. Mas, um jornalista britânico que parou ante o anúncio em Shenzhen, um aeroporto no sul do país, ficou chocado. Sam Chambers, que trabalhou na China por uma década, se reportou dizendo: "Eu estava indo pegar minha bagagem na esteira quando vi o anúncio num painel publicitário e não podia acreditar no que estava vendo". Chambers adicionou: "Me deixou especialmente indignado, porque, naquele dia, era justamente o aniversário de sua morte". A princesa Diana morreu em 31 de agosto de 1997, em um choque de carros num túnel em Paris.
Pense bem, que excelente inspiração para criar um anúncio. Tem que ser muito imbecil.
Veja a imbecilidade:
Fonte: SkyNews
Conta das Lojas Avenida agora na agência Invent.
Desde 1 de setembro, oficialmente, a conta publicitária das Lojas Avenida, de Cuiabá, está na Invent Comunicação, também sediada em Cuiabá. Eu continuo fazendo a Direção de Criação da conta a partir do meu escritório em São Paulo, planejo, crio e conceituo as campanhas e envio para o staff da Invent desenvolver e tocar a mídia. Em tempos de múltiplas formas de comunicação, se já estava fazendo para o exterior, porque não fazer para Cuiabá?
sábado, 4 de setembro de 2010
H&M também estréia loja online em setembro.
A H&M lançará sua loja online em 16 setembro e venderá roupas para homens, mulheres e crianças, além de ítens leves para casa, que não estão disponíveis, atualmente, em suas 168 lojas no Reino Unido. A Zara lançará sua loja online duas semanas mais cedo, em 2 setembro. Assim como o Reino Unido, Zara online estará na França, Espanha, Itália e Portugal. A Zara já vende o homeware em seu site.
Fonte: Imprensa Européia
Fonte: Imprensa Européia
Visual Merchandising deve ser feito por quem entende e não por quem acha que sabe.
Por ser o cartão de visitas da loja, que irá definir a primeira impressão do consumidor, diferenciando-a entre tantas outras lojas ao seu redor, o trabalho de gestão de vitrines tornou-se necessidade básica no varejo de moda. É aqui que surge o conceito de Visual Merchandising (VM), atividade que promove a venda de mercadorias, especialmente por sua apresentação no ponto de venda (PDV).
No portal Profissão Moda encontrei este depopimento de uma das profissionais da área, que eu conheci e admiro, Patrícia Rodrigues, proprietária da Vitrine & Cia, pioneira em Visual Merchandising no Brasil, fundada há 25 anos e dona de cases como Kopenhagen, Samsung, Renner e Louis Vuitton.
"O Visual Merchandising é uma somatória de multidisciplinas que usam a estética para compor a imagem da empresa no PDV, com objetivo de gerar vendas, fluxo e manter uma identidade. Estas disciplinas atuam no comportamento do consumidor, na arquitetura, na cenografia e design, na comunicação, na circulação, na distribuição, no produto, entre outras.
Deve ser um método integrado entre todos os setores: compras, marketing, produção, financeiro e logística, sempre posicionado em sinergia com a visão estratégica da empresa. Paradoxalmente, a compra é o início e final do processo, onde sua função de maestria tem no VM um grande aliado. A integração de toda informação, mapeamento de loja, processo criativo, recursos viáveis, tomam forma para ação no ponto de venda.
O que no Brasil precisa ser desmistificado é que o Visual Merchandisingnão é uma alternativa. É uma necessidade, uma realidade, um compromisso. Existem diversas formas de realizar esta gestão, desde que se tenha procedimentos, organização, documentação e visibilidade: em sua célula deve existir uma equipe, uma estrutura, recursos que geram procedimentos e um sistema centralizador de inteligência que trabalhe a estética interna e externa de uma empresa.
Os aspectos que devem ser levados em consideração na hora de montar uma vitrine atrativa são definidos pelo que é estrategicamente melhor pra empresa. O que deve ser destacado varia de empresa para empresa. Não existem regras definitivas sobre vitrina. Uma das premissas básicas é ter criatividade, bom gosto e acabamento. Harmonia: o bom gosto está na sensibilidade de proporção, de iluminação, espaço.
No geral pode se pecar em uma vitrina pelo seu abandono. A falta de iluminação, de higiene e de bom acabamento, além do excesso de produtos, são casos clássicos. Outra situação é se manter a mesma ambientação por muito tempo (ex: acabado o dia das mães deve se tirar a vitrina de dia das mães o quanto antes). Tudo isto denota abandono.
Uma vitrine acentua grupos, traduz tendências de mercado e da moda numa linguagem tridimensional. É através dela que as mulheres vêem a afirmação de uma tendência que já viu na TV, num desfile ou numa revista e está determinada a seguir.
A tendência absoluta não existe, assim como não existem regras de cores, por mais que se digam que existe. Tudo muda de acordo com as estações. A cor está muito ligada à proposta criativa. Já conseguimos transformar o rosa numa excelente vitrine para a marca de jóias Guilherme Duque. Na proposta, a cor coube e exerceu a função esperada. Para representar a história da marca, neste caso, a vitrine resgatou o artesanal, com inspiração na rainha Maria Antonieta e referência principal no castelo de Versailles. O universo épico foi resgatado pelos delicados florais, nuances vintage e decupagem de vestidos de um livro francês infantil. Neste caso, a cor rosa representou o que precisávamos.
Para se tornar um profissional vitrinista, no quesito informação, existe muito material, livros e outras fontes para serem exploradas sobre o tema. Na questão da formação é onde está o problema, estamos “zerados” pela ausência de legado, no qual se registra o know-how do profissional de Visual Merchandising. Não há motivação para desenvolvimento de profissionais da área, assim como temos poucos cursos, e não existe plano de carreira oferecido pelas empresas."
No portal Profissão Moda encontrei este depopimento de uma das profissionais da área, que eu conheci e admiro, Patrícia Rodrigues, proprietária da Vitrine & Cia, pioneira em Visual Merchandising no Brasil, fundada há 25 anos e dona de cases como Kopenhagen, Samsung, Renner e Louis Vuitton.
"O Visual Merchandising é uma somatória de multidisciplinas que usam a estética para compor a imagem da empresa no PDV, com objetivo de gerar vendas, fluxo e manter uma identidade. Estas disciplinas atuam no comportamento do consumidor, na arquitetura, na cenografia e design, na comunicação, na circulação, na distribuição, no produto, entre outras.
Deve ser um método integrado entre todos os setores: compras, marketing, produção, financeiro e logística, sempre posicionado em sinergia com a visão estratégica da empresa. Paradoxalmente, a compra é o início e final do processo, onde sua função de maestria tem no VM um grande aliado. A integração de toda informação, mapeamento de loja, processo criativo, recursos viáveis, tomam forma para ação no ponto de venda.
O que no Brasil precisa ser desmistificado é que o Visual Merchandisingnão é uma alternativa. É uma necessidade, uma realidade, um compromisso. Existem diversas formas de realizar esta gestão, desde que se tenha procedimentos, organização, documentação e visibilidade: em sua célula deve existir uma equipe, uma estrutura, recursos que geram procedimentos e um sistema centralizador de inteligência que trabalhe a estética interna e externa de uma empresa.
Os aspectos que devem ser levados em consideração na hora de montar uma vitrine atrativa são definidos pelo que é estrategicamente melhor pra empresa. O que deve ser destacado varia de empresa para empresa. Não existem regras definitivas sobre vitrina. Uma das premissas básicas é ter criatividade, bom gosto e acabamento. Harmonia: o bom gosto está na sensibilidade de proporção, de iluminação, espaço.
No geral pode se pecar em uma vitrina pelo seu abandono. A falta de iluminação, de higiene e de bom acabamento, além do excesso de produtos, são casos clássicos. Outra situação é se manter a mesma ambientação por muito tempo (ex: acabado o dia das mães deve se tirar a vitrina de dia das mães o quanto antes). Tudo isto denota abandono.
Uma vitrine acentua grupos, traduz tendências de mercado e da moda numa linguagem tridimensional. É através dela que as mulheres vêem a afirmação de uma tendência que já viu na TV, num desfile ou numa revista e está determinada a seguir.
A tendência absoluta não existe, assim como não existem regras de cores, por mais que se digam que existe. Tudo muda de acordo com as estações. A cor está muito ligada à proposta criativa. Já conseguimos transformar o rosa numa excelente vitrine para a marca de jóias Guilherme Duque. Na proposta, a cor coube e exerceu a função esperada. Para representar a história da marca, neste caso, a vitrine resgatou o artesanal, com inspiração na rainha Maria Antonieta e referência principal no castelo de Versailles. O universo épico foi resgatado pelos delicados florais, nuances vintage e decupagem de vestidos de um livro francês infantil. Neste caso, a cor rosa representou o que precisávamos.
Para se tornar um profissional vitrinista, no quesito informação, existe muito material, livros e outras fontes para serem exploradas sobre o tema. Na questão da formação é onde está o problema, estamos “zerados” pela ausência de legado, no qual se registra o know-how do profissional de Visual Merchandising. Não há motivação para desenvolvimento de profissionais da área, assim como temos poucos cursos, e não existe plano de carreira oferecido pelas empresas."
América Latina está nos planos da H&M.
Hennes&Mauritz AB (H&M), segundo maior varejista de roupas da Europa, está vislumbrando a abertura de sua primeira loja no hemisfério do sul, de olho no crescimento do emergente mercado e para alcançar a maior rival Inditex SA (Zara).
“Brasil e Argentina são muito interessantes,” declarou o diretor geral Karl-Johan Persson, 35, em uma entrevista à Bloomberg, em seu escritório de Estocolmo, adicionando que "a Austrália é igualmente olhada. A companhia quer entrar na região após ter certeza que conseguirá suportar a demanda.”
Nenhuma das 2.000 lojas atuais da H&M estão ao sul do equador, porque as diferenças sazonais tornam mais complexo o processo para organizar a logística. A Inditex entrou em Brasil em 1999 e tem o dobro dos pontos de venda da H&M no mundo todo.
As vendas de varejo cresceram 15.7% em março na maior economia da América Latina, mais de cinco vezes o ritmo do crescimento da Alemanha, maior mercado da H&M.
O varejista sueco, que vendeu produtos desenhados por Karl Lagerfeld e oferece partes superiores de biquini por menos de 5 dólares, adicionou lojas a uma taxa de aproximadamente 14% nos últimos cinco anos e pode encontrar seu objetivo de um crescimento de 10 a 15 por cento sem incorporar o hemisfério sul, disse Persson, que tomou o leme da empresa da sua família em julho e é o CEO mais novo no benchmark sueco.
A Inditex, varejista de roupa no. 1 do mundo, possui oito formatos de lojas que incluem Zara e Bershka. A Gap Inc., segundo maior varejista, opera a Banana Republic e a Old Navy.
As ações da H&M cresceram 11% este ano, dando à companhia um valor de mercado de 47.2 bilhões de dólares, enquanto a Inditex avançou 3.4%.
O lucro do primeiro trimestre da H&M avançou mais de 40%, batendo estimativas dos analistas.
H&M compra seu bens de aproximadamente 700 fornecedores independentes, na maior parte em Ásia e Europa, e pode adicionar mais no hemisfério sul quando expandir para lá, disse Persson.
A H&M abriu, no ano passado, 250 lojas, ultrapassando seu próprio objetivo de 225 e alvo de 240 neste ano.
A companhia, fundada em 1947, por Erling, avô de Persson, aponta reduzir sua confiança na Alemanha, que responde agora por aproximadamente um quarto das vendas. Os EUA, o Japão e a China serão o foco principal para a expansão, disse.
“Há ainda muito a fazer na Alemanha, mas olhando países como os EUA., Japão, China e muitos mercados que nós não incorporamos ainda, o potencial de crescimento é obviamente maior,” disse Persson.
Oportunidades na India
H&M não tem nenhuma planta imediata para entrar na India, por causa das limitações operacionais na posse extrangeira, disse. A companhia gostaria de incorporar o mercado “em algum ponto.”
India “está crescendo como louco,” disse. “Haverá grandes possibilidades, eles estão ainda jovens em termos de varejo de moda.”
A companhia abriu sua primeira loja em Seoul e entrou em Israel este ano. Vende a roupa na Internet em sete países, e oferecerá vendas online no Reino Unido no fim deste ano.
Persson é filho do Presidente e maior acionista, Stefan Persson. O CEO graduado em 2000 na European Business School, em Londres, e juntou-se ao board da companhia em 2006.
As ações da H&M cresceram aproximadamente 34% desde sua nomeação em fevereiro de 2009. O CEO disse que comprou ações desde a tomada da posição.
Fonte: Bloomberg
Reporter desta matéria: Armorel Kenna
“Brasil e Argentina são muito interessantes,” declarou o diretor geral Karl-Johan Persson, 35, em uma entrevista à Bloomberg, em seu escritório de Estocolmo, adicionando que "a Austrália é igualmente olhada. A companhia quer entrar na região após ter certeza que conseguirá suportar a demanda.”
Nenhuma das 2.000 lojas atuais da H&M estão ao sul do equador, porque as diferenças sazonais tornam mais complexo o processo para organizar a logística. A Inditex entrou em Brasil em 1999 e tem o dobro dos pontos de venda da H&M no mundo todo.
As vendas de varejo cresceram 15.7% em março na maior economia da América Latina, mais de cinco vezes o ritmo do crescimento da Alemanha, maior mercado da H&M.
O varejista sueco, que vendeu produtos desenhados por Karl Lagerfeld e oferece partes superiores de biquini por menos de 5 dólares, adicionou lojas a uma taxa de aproximadamente 14% nos últimos cinco anos e pode encontrar seu objetivo de um crescimento de 10 a 15 por cento sem incorporar o hemisfério sul, disse Persson, que tomou o leme da empresa da sua família em julho e é o CEO mais novo no benchmark sueco.
A Inditex, varejista de roupa no. 1 do mundo, possui oito formatos de lojas que incluem Zara e Bershka. A Gap Inc., segundo maior varejista, opera a Banana Republic e a Old Navy.
As ações da H&M cresceram 11% este ano, dando à companhia um valor de mercado de 47.2 bilhões de dólares, enquanto a Inditex avançou 3.4%.
O lucro do primeiro trimestre da H&M avançou mais de 40%, batendo estimativas dos analistas.
H&M compra seu bens de aproximadamente 700 fornecedores independentes, na maior parte em Ásia e Europa, e pode adicionar mais no hemisfério sul quando expandir para lá, disse Persson.
A H&M abriu, no ano passado, 250 lojas, ultrapassando seu próprio objetivo de 225 e alvo de 240 neste ano.
A companhia, fundada em 1947, por Erling, avô de Persson, aponta reduzir sua confiança na Alemanha, que responde agora por aproximadamente um quarto das vendas. Os EUA, o Japão e a China serão o foco principal para a expansão, disse.
“Há ainda muito a fazer na Alemanha, mas olhando países como os EUA., Japão, China e muitos mercados que nós não incorporamos ainda, o potencial de crescimento é obviamente maior,” disse Persson.
Oportunidades na India
H&M não tem nenhuma planta imediata para entrar na India, por causa das limitações operacionais na posse extrangeira, disse. A companhia gostaria de incorporar o mercado “em algum ponto.”
India “está crescendo como louco,” disse. “Haverá grandes possibilidades, eles estão ainda jovens em termos de varejo de moda.”
A companhia abriu sua primeira loja em Seoul e entrou em Israel este ano. Vende a roupa na Internet em sete países, e oferecerá vendas online no Reino Unido no fim deste ano.
Persson é filho do Presidente e maior acionista, Stefan Persson. O CEO graduado em 2000 na European Business School, em Londres, e juntou-se ao board da companhia em 2006.
As ações da H&M cresceram aproximadamente 34% desde sua nomeação em fevereiro de 2009. O CEO disse que comprou ações desde a tomada da posição.
Fonte: Bloomberg
Reporter desta matéria: Armorel Kenna
Zara vai abriu loja online.
Dia 2 de Setembro a Zara, do grupo espanhol Inditex, abriu as portas às compras através da Internet.
A estrear a sua loja online em seis mercados europeus - Portugal, Espanha, França, Reino Unido, Alemanha e Itália, o grupo adianta apenas que a escolha dos mercados foi uma decisão comercial.
Esta é a primeira marca do grupo espanhol a ingressar na venda pela Internet, num negócio que conta já com 1.395 lojas, em mais de 70 países em todo o mundo e cujo líder, Amancio Ortega, soma uma fortuna avaliada em 22 mil milhões de euros - o equivalente a 2,2% do PIB espanhol.
Fonte: Diário Económico - Portugal
A estrear a sua loja online em seis mercados europeus - Portugal, Espanha, França, Reino Unido, Alemanha e Itália, o grupo adianta apenas que a escolha dos mercados foi uma decisão comercial.
Esta é a primeira marca do grupo espanhol a ingressar na venda pela Internet, num negócio que conta já com 1.395 lojas, em mais de 70 países em todo o mundo e cujo líder, Amancio Ortega, soma uma fortuna avaliada em 22 mil milhões de euros - o equivalente a 2,2% do PIB espanhol.
Fonte: Diário Económico - Portugal
C&A agora vai de Gloria Coelho.
Anunciado em 13/08, em vários portais, que Gloria Coelho é a próxima estilista a criar uma coleção fast fashion para a C&A, a exemplo de Sergio K, Raia de Goeye, Reinaldo Lourenço, Espaço Fashion, entre outros.
As notas alertam para não se esperar por vestidos baratos. Gloria fez uma linha especial para fitness, com neoprene, geometrias e cores básicas. E a aposta é numa venda relâmpago (fast fashion).
Não é porque tive 20 anos de "rabo preso" com eles, não, é de se tirar o chapéu, competência, lá, nunca faltou.
As notas alertam para não se esperar por vestidos baratos. Gloria fez uma linha especial para fitness, com neoprene, geometrias e cores básicas. E a aposta é numa venda relâmpago (fast fashion).
Não é porque tive 20 anos de "rabo preso" com eles, não, é de se tirar o chapéu, competência, lá, nunca faltou.
As lojas das grandes lojas já não são tão grandes.
Quando eu trabalhava na C&A comentávamos: "Viu que o concorrente tal abriu uma loja maior do que a nossa em tal lugar!" E isso nos preocupava. O comentário hoje é: "Caramba! Eles conseguiram reduzir ainda mais a loja!"
O presidente da Renner declarou ao jornal Zero Hora que "a Lojas Renner incluiu mais uma loja compacta nos planos para 2010. Salvador (BA), Franca (SP) e Caxias do Sul (RS) serão as primeiras cidades a testar o novo modelo, que vai reduzir a média de 2,1 mil metros quadrados do formato tradicional para 1,2 mil metros quadrados".
Com o ganho de poder aquisitivo dos últimos anos, mercados médios, se ainda não comportam lojas de tamanho normal, já permitem abrir compactas, entre 1,2 mil e 1,4 mil metros quadrados.
O presidente da Renner declarou ao jornal Zero Hora que "a Lojas Renner incluiu mais uma loja compacta nos planos para 2010. Salvador (BA), Franca (SP) e Caxias do Sul (RS) serão as primeiras cidades a testar o novo modelo, que vai reduzir a média de 2,1 mil metros quadrados do formato tradicional para 1,2 mil metros quadrados".
Com o ganho de poder aquisitivo dos últimos anos, mercados médios, se ainda não comportam lojas de tamanho normal, já permitem abrir compactas, entre 1,2 mil e 1,4 mil metros quadrados.
Colíder? Colíder!
Confirmando o que escrevi por último, está prevista a inauguração de mais uma loja Avenida, com previsão para 1 de outubro próximo, em Colíder, MT.
Alguém já pensou em abrir uma loja de, no mínimo, 1.500 metros quadrados em Colíder? Pois é!
A íntegra da nota:
"Os preparativos para inauguração da Loja Avenida na cidade de Colíder - MT estão na reta final. Colíder fica localizada a 650km da Capital Cuiabá e conta com uma população estimada de 30.000 habitantes.
Dia 23 de Agosto a equipe de RH estará na cidade para realizar a seleção da equipe que irá trabalhar na loja. As vagas ofertadas são vendas, caixa, auxiliar de crédito, serviços gerais e promotores de cartão. Os interessados deverão fazer o cadastro do curriculo pelo site www.avenida.com.br e aguardar o departamento de RH ligar para convidá-los a fazer os testes seletivos.
Está previsto inaugurar a Loja Avenida em Colíder no dia 01 de outubro e mais uma vez estará cheia de novidades e promoções.
A partir deste mês (agosto) os promotores de cartão já estarão nas ruas oferecendo o cartão Avenida.
Avenida Tudo AV Com A Sua Vida".
Alguém já pensou em abrir uma loja de, no mínimo, 1.500 metros quadrados em Colíder? Pois é!
A íntegra da nota:
"Os preparativos para inauguração da Loja Avenida na cidade de Colíder - MT estão na reta final. Colíder fica localizada a 650km da Capital Cuiabá e conta com uma população estimada de 30.000 habitantes.
Dia 23 de Agosto a equipe de RH estará na cidade para realizar a seleção da equipe que irá trabalhar na loja. As vagas ofertadas são vendas, caixa, auxiliar de crédito, serviços gerais e promotores de cartão. Os interessados deverão fazer o cadastro do curriculo pelo site www.avenida.com.br e aguardar o departamento de RH ligar para convidá-los a fazer os testes seletivos.
Está previsto inaugurar a Loja Avenida em Colíder no dia 01 de outubro e mais uma vez estará cheia de novidades e promoções.
A partir deste mês (agosto) os promotores de cartão já estarão nas ruas oferecendo o cartão Avenida.
Avenida Tudo AV Com A Sua Vida".
Nas Lojas Avenida, vendas do Dia dos Pais teve crescimento de 32%.
Originalmente publicado em meu blog antigo em 10/08/2010.
Confirmando a curva ascendente de crescimento dos últimos anos, meu cliente, as lojas Avenida, que vendem moda e cameba, com sede em Cuiabá e 60 lojas distribuídas pela região Centro-Oeste/Norte, obteve um crescimento de vendas na ordem de 32% em comparação com os primeiros dez dias de agosto de 2009. Rodrigo Caseli, Vice-Presidente do Grupo Caseli, detentor das lojas Avenida, declarou que espera fechar o mês com 30% de crescimento sobre agosto do ano passado.
A rede tem presença maciça na mídia regional, figurando entre os principais anunciantes na mídia eletrônica, com investimentos que nada deixam a desejar frente ao que investem seus concorrentes do sul/sudeste naquela região.
Com 30 anos de existência e uma história de sucesso, o Grupo Caseli, fundado por um ex-funcionário das Casas Pernambucanas, é um case que tem muito a ensinar a quem deseja atuar no varejo.
Confirmando a curva ascendente de crescimento dos últimos anos, meu cliente, as lojas Avenida, que vendem moda e cameba, com sede em Cuiabá e 60 lojas distribuídas pela região Centro-Oeste/Norte, obteve um crescimento de vendas na ordem de 32% em comparação com os primeiros dez dias de agosto de 2009. Rodrigo Caseli, Vice-Presidente do Grupo Caseli, detentor das lojas Avenida, declarou que espera fechar o mês com 30% de crescimento sobre agosto do ano passado.
A rede tem presença maciça na mídia regional, figurando entre os principais anunciantes na mídia eletrônica, com investimentos que nada deixam a desejar frente ao que investem seus concorrentes do sul/sudeste naquela região.
Com 30 anos de existência e uma história de sucesso, o Grupo Caseli, fundado por um ex-funcionário das Casas Pernambucanas, é um case que tem muito a ensinar a quem deseja atuar no varejo.
Fim da exclusividade no setor de cartões de crédito. Bom para o lojista, bom para o consumidor.
Com o fim da exclusividade no setor de cartões de crédito, muitos lojistas já conquistaram reduções no aluguel das máquinas que efetuam as transações. Segundo a CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas), os custos podem ser reduzidos em até 35%.
A CNDL afirma que há comerciantes que já começaram a repassar a diferença aos consumidores, diminuindo o preço final de seus produtos e aumentando sua competitividade de preços. Eles são dos setores mais variados, como calçados, vestuário, óticas...
O comércio está na fase de escolher qual credenciadora lhe oferece o melhor preço.
Com o fim do monopólio entre credenciadores e bandeiras, em vigor desde 1º de julho, uma mesma máquina pode realizar transações de qualquer cartão. A consequência disso é um aumento na concorrência entre as credenciadoras, que precisarão oferecer valores de taxas de aluguel e transação mais baixos para manter seus clientes lojistas.
A CNDL afirma que tem trabalhado para alertar os comerciantes que ainda não renegociaram seus contratos com as credenciadoras de cartões de crédito a fazê-lo, pois, assim, poderão aumentar sua competitividade no setor onde atuam, por meio da redução dos preços ao consumidor final.
“Muitos (comerciantes) não perceberam ainda o poder de negociação que tem em mãos”, declarou Pellizzaro, presidente da CNDL. “Outras não estão conseguindo negociar porque os call centers das credenciadoras estão congestionados. A recomendação é que eles registrem reclamação no Procon, porque nenhuma cobrança pode ser feita a partir da data em que o comerciante quis cancelar seu contrato e não conseguiu”.
Fonte: Info Money
A CNDL afirma que há comerciantes que já começaram a repassar a diferença aos consumidores, diminuindo o preço final de seus produtos e aumentando sua competitividade de preços. Eles são dos setores mais variados, como calçados, vestuário, óticas...
O comércio está na fase de escolher qual credenciadora lhe oferece o melhor preço.
Com o fim do monopólio entre credenciadores e bandeiras, em vigor desde 1º de julho, uma mesma máquina pode realizar transações de qualquer cartão. A consequência disso é um aumento na concorrência entre as credenciadoras, que precisarão oferecer valores de taxas de aluguel e transação mais baixos para manter seus clientes lojistas.
A CNDL afirma que tem trabalhado para alertar os comerciantes que ainda não renegociaram seus contratos com as credenciadoras de cartões de crédito a fazê-lo, pois, assim, poderão aumentar sua competitividade no setor onde atuam, por meio da redução dos preços ao consumidor final.
“Muitos (comerciantes) não perceberam ainda o poder de negociação que tem em mãos”, declarou Pellizzaro, presidente da CNDL. “Outras não estão conseguindo negociar porque os call centers das credenciadoras estão congestionados. A recomendação é que eles registrem reclamação no Procon, porque nenhuma cobrança pode ser feita a partir da data em que o comerciante quis cancelar seu contrato e não conseguiu”.
Fonte: Info Money
Mulheres sempre encontram prazer em comprar.
Em pesquisa recente com mulheres de 35 anos a 60 anos, realizada pela Shopper Experience, colocou-se em debate os motivos que determinam a compra. Embora o emocional seja extremamente relevante no consumo feminino, o elemento determinante é a presença dos quatro “Ps” – paquera, pesquisa, pechincha e prazer.
A paquera é aquele espaço no qual a sedução que o produto exerce sobre a mulher envolve elementos como apresentação da loja, abordagem de venda e adrenalina da novidade. Na pesquisa, a mulher se certifica do custo-benefício do produto; questiona se a paquera tem potencial para se tornar “algo mais”. A pechincha é o momento em que põe em xeque o “valor”, a qualidade de uma relação embrionária. No prazer, a conclusão de um ritual sedutor que envolve emoções complexas e extremamente femininas. Embora o emocional esteja presente em cada um dos “Ps”, há muito do racional em cada etapa.
Em todas as pesquisas, um axioma impera – o atendimento de excelência determina e direciona uma venda de qualidade, peça-chave para a construção de uma relação duradora entre consumidoras e marcas. As mulheres já equivalem a 51% da população brasileira, além de influenciar e inspirar o consumo masculino. E como nada indica que o contrário seja pertinente, é essencial para o sucesso do negócio entender quais são os elementos que compõem o que as mulheres associam a um bom atendimento.
A paquera é aquele espaço no qual a sedução que o produto exerce sobre a mulher envolve elementos como apresentação da loja, abordagem de venda e adrenalina da novidade. Na pesquisa, a mulher se certifica do custo-benefício do produto; questiona se a paquera tem potencial para se tornar “algo mais”. A pechincha é o momento em que põe em xeque o “valor”, a qualidade de uma relação embrionária. No prazer, a conclusão de um ritual sedutor que envolve emoções complexas e extremamente femininas. Embora o emocional esteja presente em cada um dos “Ps”, há muito do racional em cada etapa.
Em todas as pesquisas, um axioma impera – o atendimento de excelência determina e direciona uma venda de qualidade, peça-chave para a construção de uma relação duradora entre consumidoras e marcas. As mulheres já equivalem a 51% da população brasileira, além de influenciar e inspirar o consumo masculino. E como nada indica que o contrário seja pertinente, é essencial para o sucesso do negócio entender quais são os elementos que compõem o que as mulheres associam a um bom atendimento.
Entendendo o consumidor.
Identificar habilmente as razões que determinam uma venda em potencial significa, também, aumentar a média de itens que você pode vender a cada cliente que entra em sua loja.
Algumas ações de marketing podem fazer com que sua loja conquiste a confiança do consumidor e, consequentemente, a sua preferência e fidelidade.
Comece tentando entender o seu cliente. Procure saber o que ele realmente quer. A partir daí, pense nas formas como seu produto pode suprir essas necessidades. Crie maneiras de se comunicar com quem entra em sua loja. Repense ferramentas, inove, ouse. Atraia a atenção do mercado para você.
Lembre-se de parar e medir os resultados obtidos. Veja que tipo de ação funcionou melhor, o porquê da rejeição e o que você pode fazer para aprimorar suas estratégias.
Algumas ações de marketing podem fazer com que sua loja conquiste a confiança do consumidor e, consequentemente, a sua preferência e fidelidade.
Comece tentando entender o seu cliente. Procure saber o que ele realmente quer. A partir daí, pense nas formas como seu produto pode suprir essas necessidades. Crie maneiras de se comunicar com quem entra em sua loja. Repense ferramentas, inove, ouse. Atraia a atenção do mercado para você.
Lembre-se de parar e medir os resultados obtidos. Veja que tipo de ação funcionou melhor, o porquê da rejeição e o que você pode fazer para aprimorar suas estratégias.
As campanhas Inverno 2011 na Europa.
O inverno mostra a sua cara na Europa. Os anúncios começaram a ser veiculados em agosto nas principais revistas de moda do mundo.
A H&M apresentou sua primeira campanha do inverno 2011. A modelo é a top Daria Werbowy. Ela lança a campanha “Fast Fashion” da H&M.
O termo “Fast Fashion” esta cada vez mais empregnado no varejo de moda do mundo. Coleções rápidas de curta duração, daquelas que você tem que comprar quando vê, pois, amanhã não tem mais.
A H&M apresentou sua primeira campanha do inverno 2011. A modelo é a top Daria Werbowy. Ela lança a campanha “Fast Fashion” da H&M.
O termo “Fast Fashion” esta cada vez mais empregnado no varejo de moda do mundo. Coleções rápidas de curta duração, daquelas que você tem que comprar quando vê, pois, amanhã não tem mais.
Blogs começam uma revolução no mercado fashion.
Consumidoras jovens são as novas “ditadoras” de moda e comportamento. Elas têm entre 13 e 17 anos e usam as redes sociais e blogs para se comunicar com o mundo.
E as empresas já começaram a despertar para esse fenômeno. Por intermédio dessas blogueiras, divulgam suas marcas, captam tendências de comportamento e desenham o perfil de consumidores.
A nova-iorquina Tavi Gevinson começou a dizer o que pensa aos 11 anos e foi a precursora e musa inspiradora desse movimento com seu ousado blog The Style Rookie.
Hoje, aos 14, sua carinha de menina emoldurada por óculos e cabelos brancos é presença assídua na cobiçada primeira fileira dos desfiles do estilista Marc Jacobs. Foi o sucesso de seu blog que a colocou nesse privilegiado lugar.
No Brasil, a proliferação das Tavis anda chacoalhando o mundo fashion. "Esses blogs vão mudar a estrutura do negócio, fazer a comunicação da moda ser mais direta, sem a influência de analistas tendenciosos, e construir a moda do futuro”, comenta o estilista Jefferson Kulig, que troca ideias com blogueiras de várias partes do País e as recebe em seus desfiles, na São Paulo Fashion Week.
Garotas como a paulista Isabela Serafim, moradora de Tietê, interior de São Paulo, autora do blog Fashion Feeling. “Até as amigas da minha mãe me ligam para saber que roupa vestir”, conta Isabela, 17 anos, que começou a se interessar por moda aos 14, navegando pela internet e lendo livros sobre o tema.
A estilista Glória Coelho tem seis mil seguidores no Twitter.
A loja de moda e acessórios Pop Up, em São Paulo fundamenta toda a estratégia de divulgação de seu negócio nas redes sociais.
Na novela das 19h da Rede Globo, Ti-Ti-Ti, a personagem Mabi, vivida pela atriz mirim Carla Tiezzi, 11 anos, é uma apaixonada por moda e manterá um blog sobre o assunto.
As grandes redes de lojas de departamento estão acordando para o fenômeno. A Riachuelo conta com uma equipe dedicada ao atendimento de redes sociais. Possui mais de 16 mil seguidores no Twitter e um milhão de fãs no Facebook.
Na Renner, os internautas ajudam a escolher o que vai para a rua. A rede faz um “preview” da coleção, permitindo a jornalistas e blogueiros palpitar desde a concepção até o resultado final.
Fonte: Isto É Dinheiro
E as empresas já começaram a despertar para esse fenômeno. Por intermédio dessas blogueiras, divulgam suas marcas, captam tendências de comportamento e desenham o perfil de consumidores.
A nova-iorquina Tavi Gevinson começou a dizer o que pensa aos 11 anos e foi a precursora e musa inspiradora desse movimento com seu ousado blog The Style Rookie.
Hoje, aos 14, sua carinha de menina emoldurada por óculos e cabelos brancos é presença assídua na cobiçada primeira fileira dos desfiles do estilista Marc Jacobs. Foi o sucesso de seu blog que a colocou nesse privilegiado lugar.
No Brasil, a proliferação das Tavis anda chacoalhando o mundo fashion. "Esses blogs vão mudar a estrutura do negócio, fazer a comunicação da moda ser mais direta, sem a influência de analistas tendenciosos, e construir a moda do futuro”, comenta o estilista Jefferson Kulig, que troca ideias com blogueiras de várias partes do País e as recebe em seus desfiles, na São Paulo Fashion Week.
Garotas como a paulista Isabela Serafim, moradora de Tietê, interior de São Paulo, autora do blog Fashion Feeling. “Até as amigas da minha mãe me ligam para saber que roupa vestir”, conta Isabela, 17 anos, que começou a se interessar por moda aos 14, navegando pela internet e lendo livros sobre o tema.
A estilista Glória Coelho tem seis mil seguidores no Twitter.
A loja de moda e acessórios Pop Up, em São Paulo fundamenta toda a estratégia de divulgação de seu negócio nas redes sociais.
Na novela das 19h da Rede Globo, Ti-Ti-Ti, a personagem Mabi, vivida pela atriz mirim Carla Tiezzi, 11 anos, é uma apaixonada por moda e manterá um blog sobre o assunto.
As grandes redes de lojas de departamento estão acordando para o fenômeno. A Riachuelo conta com uma equipe dedicada ao atendimento de redes sociais. Possui mais de 16 mil seguidores no Twitter e um milhão de fãs no Facebook.
Na Renner, os internautas ajudam a escolher o que vai para a rua. A rede faz um “preview” da coleção, permitindo a jornalistas e blogueiros palpitar desde a concepção até o resultado final.
Fonte: Isto É Dinheiro
Construindo a marca.
Marca não se constrói apenas com um logotipo, folder ou campanha de comunicação, mas com um conjunto de ações que tenha como objetivo criar, em cada cliente, uma percepção de imagem, com base em uma série de contatos com a identidade corporativa da empresa.
É imprescindível avaliar os pontos de contato entre a empresa e seu público, desde a comunicação visual e gráfica até a forma com a qual os funcionários lidam com os clientes, de modo a transmitir a mesma imagem de marca. E, não menos importante, torna-se fundamental acompanhar e gerenciar esse processo, identificando eventuais falhas que possam estar arranhando a imagem da empresa ou produto.
Assim, a logomarca, material impresso, fachada do estabelecimento, uniforme dos funcionários, website, propaganda, embalagens e o discurso de vendedores, representantes e atendentes devem estar perfeitamente alinhados. Se um desses ítens estiver com algum problema, é preciso corrigi-lo, pois cada ponto de contato entre empresa e cliente faz parte de uma cadeia que deve transmitir uma imagem sólida e homogênea.
É imprescindível avaliar os pontos de contato entre a empresa e seu público, desde a comunicação visual e gráfica até a forma com a qual os funcionários lidam com os clientes, de modo a transmitir a mesma imagem de marca. E, não menos importante, torna-se fundamental acompanhar e gerenciar esse processo, identificando eventuais falhas que possam estar arranhando a imagem da empresa ou produto.
Assim, a logomarca, material impresso, fachada do estabelecimento, uniforme dos funcionários, website, propaganda, embalagens e o discurso de vendedores, representantes e atendentes devem estar perfeitamente alinhados. Se um desses ítens estiver com algum problema, é preciso corrigi-lo, pois cada ponto de contato entre empresa e cliente faz parte de uma cadeia que deve transmitir uma imagem sólida e homogênea.
Comercial Dia dos Pais das Lojas Avenida.
Originalmente publicado em meu blog antigo em 08/08/2010.
A Avenida é uma rede de 60 lojas que comercializa moda e cama-mesa-banho, com sede em Cuiabá. As lojas Avenida estão localizadas na região Centro-Oeste e Norte do Brasil.
O comercial de Dia dos Pais da rede tem 1 minuto de duração e produção da Black Maria. Direção de Raphael Coutinho. Trilha Sonora de Fábio Cirello. Criação de Waldir Costa (eu mesmo).
Veja no Youtube: http://www.youtube.com/watch?v=Ja9wcbEWGAc
A Avenida é uma rede de 60 lojas que comercializa moda e cama-mesa-banho, com sede em Cuiabá. As lojas Avenida estão localizadas na região Centro-Oeste e Norte do Brasil.
O comercial de Dia dos Pais da rede tem 1 minuto de duração e produção da Black Maria. Direção de Raphael Coutinho. Trilha Sonora de Fábio Cirello. Criação de Waldir Costa (eu mesmo).
Veja no Youtube: http://www.youtube.com/watch?v=Ja9wcbEWGAc
Dia dos Pais aumenta em 10,5% as vendas nos shoppings.
Originalmente publicado em meu blog antigo em 12/08/2010.
A Alshop - Associação Brasileira de Lojistas de Shopping mensurou um aumento de 10,5% nas vendas em shoppings de todo o Brasil para o Dia dos Pais. Os consumidores destinaram entre R$ 60 e 100 com os presentes para os pais.
Os ítens mais vendidos foram televisores e linha geral de vestuário, especialmente nas peças de inverno, com as vendas reforçadas pelas liquidações estimuladas pelo frio constante em grande parte do País nas últimas semanas. Bolsas, calçados, livros, DVDs e artigos esportivos também estiveram na lista dos produtos mais procurados.
A Alshop - Associação Brasileira de Lojistas de Shopping mensurou um aumento de 10,5% nas vendas em shoppings de todo o Brasil para o Dia dos Pais. Os consumidores destinaram entre R$ 60 e 100 com os presentes para os pais.
Os ítens mais vendidos foram televisores e linha geral de vestuário, especialmente nas peças de inverno, com as vendas reforçadas pelas liquidações estimuladas pelo frio constante em grande parte do País nas últimas semanas. Bolsas, calçados, livros, DVDs e artigos esportivos também estiveram na lista dos produtos mais procurados.
Classe média em expansão impulsiona lançamento de shoppings.
O país deve chegar ao final de 2011 com 439 shopping centers, segundo dados da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce). Só este ano, o número de novos empreendimentos deve chegar a 18. Para o próximo ano, está prevista a inauguração de outros 29 centros de compras.
Desde 2006, segundo dados da associação, o número de empreendimentos inaugurados anualmente só não cresceu em 2008. Naquele ano, quando o país teve de enfrentar a crise financeira mundial, foram 11 lançamentos, menos que os 14 do ano anterior.
Tamanha expansão é atribuída ao crescimento da economia brasileira, à expansão dos centros urbanos e ao aumento da classe média, na opinião do presidente do Programa de Administração de Varejo (Provar) da Fundação Instituto de Administração (FIA), Cláudio Felisoni.
Uma tendência que foi mantida nos últimos anos diz respeito à região onde é construída a maioria dos empreendimentos. O Sudeste continua neste ano, a exemplo dos anos anteriores, concentrando a maior quantidade de shoppings, de acordo com o presidente da Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop), Nabil Sahyoun.
"São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais continuam sendo os estados que exercem maior atração das construtoras, até porque é onde a economia é mais forte. Mas, ultimamente, as regiões Norte e Nordeste têm começado a despontar no mercado", disse.
Neste ano, dos shoppings que serão inaugurados, segundo previsão da Abrasce, três ficam no Acre, na Bahia e no Maranhão.
Faturamento
O faturamento registrado ano a ano pelos shoppings só tem crescido nos últimos anos, aponta a Abrasce. Em 2006, os centros tiveram ganhos de R$ 45,5 bilhões. Já para este ano, a previsão é de R$ 79,5 bilhões.
Nos primeiros quatro meses deste ano, segundo Felisoni, o crescimento de vendas no varejo em geral foi de 13,5%. Já as vendas em shoppings, no mesmo período, registraram alta de 15%.
O resultado tem chamado atenção inclusive de investidores estrangeiros, segundo o presidente da Alshop."As empresas têm levantado muito dinheiro ao abrir capital. E esse dinheiro vem sendo usado para a construção de shoppings. Os investidores ficam atraídos pelo fato de o mercado estar em franca ebulição e pela perspectiva de manutenção do crescimento para os próximos anos."
O que fazem no shopping
Segundo pesquisa da Felisoni Consultores Associados, a maioria dos consumidores que frequentam os shoppings vai atrás de restaurantes e lanchonetes (25,2%), de cinema (20,8%) e de compras (17,9%).
Fonte: G1
Desde 2006, segundo dados da associação, o número de empreendimentos inaugurados anualmente só não cresceu em 2008. Naquele ano, quando o país teve de enfrentar a crise financeira mundial, foram 11 lançamentos, menos que os 14 do ano anterior.
Tamanha expansão é atribuída ao crescimento da economia brasileira, à expansão dos centros urbanos e ao aumento da classe média, na opinião do presidente do Programa de Administração de Varejo (Provar) da Fundação Instituto de Administração (FIA), Cláudio Felisoni.
Uma tendência que foi mantida nos últimos anos diz respeito à região onde é construída a maioria dos empreendimentos. O Sudeste continua neste ano, a exemplo dos anos anteriores, concentrando a maior quantidade de shoppings, de acordo com o presidente da Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop), Nabil Sahyoun.
"São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais continuam sendo os estados que exercem maior atração das construtoras, até porque é onde a economia é mais forte. Mas, ultimamente, as regiões Norte e Nordeste têm começado a despontar no mercado", disse.
Neste ano, dos shoppings que serão inaugurados, segundo previsão da Abrasce, três ficam no Acre, na Bahia e no Maranhão.
Faturamento
O faturamento registrado ano a ano pelos shoppings só tem crescido nos últimos anos, aponta a Abrasce. Em 2006, os centros tiveram ganhos de R$ 45,5 bilhões. Já para este ano, a previsão é de R$ 79,5 bilhões.
Nos primeiros quatro meses deste ano, segundo Felisoni, o crescimento de vendas no varejo em geral foi de 13,5%. Já as vendas em shoppings, no mesmo período, registraram alta de 15%.
O resultado tem chamado atenção inclusive de investidores estrangeiros, segundo o presidente da Alshop."As empresas têm levantado muito dinheiro ao abrir capital. E esse dinheiro vem sendo usado para a construção de shoppings. Os investidores ficam atraídos pelo fato de o mercado estar em franca ebulição e pela perspectiva de manutenção do crescimento para os próximos anos."
O que fazem no shopping
Segundo pesquisa da Felisoni Consultores Associados, a maioria dos consumidores que frequentam os shoppings vai atrás de restaurantes e lanchonetes (25,2%), de cinema (20,8%) e de compras (17,9%).
Fonte: G1
2ª Click na Moda
Data: 19/11/2010 a 21/11/2010
Local: Centro Municipal de Eventos - Limeira
A Click na Moda nasce para oferecer ao público, inclusive o internacional, um mix de produtos brasileiros relacionados à moda. Com a crescente demanda de lojistas que ampliaram sua grade de produtos para atender o cliente, cada vez mais nota-se a necessidade de concentrar a oferta de produtos em um único local para conforto e melhor visão do lojista na hora de compor sua vitrine ou os looks oferecidos ao cliente. Endereço: Av. Maria Thereza Silveira de Barros Camargo, 1525 - Jardim Aquarius (na saída para Cordeirópolis) - Limeira - SP
http://www.clicknamoda.com.br
Local: Centro Municipal de Eventos - Limeira
A Click na Moda nasce para oferecer ao público, inclusive o internacional, um mix de produtos brasileiros relacionados à moda. Com a crescente demanda de lojistas que ampliaram sua grade de produtos para atender o cliente, cada vez mais nota-se a necessidade de concentrar a oferta de produtos em um único local para conforto e melhor visão do lojista na hora de compor sua vitrine ou os looks oferecidos ao cliente. Endereço: Av. Maria Thereza Silveira de Barros Camargo, 1525 - Jardim Aquarius (na saída para Cordeirópolis) - Limeira - SP
http://www.clicknamoda.com.br
11ª Exposhopping
Data: 04/10/2010 a 06/10/2010
Local: Transamérica Expo Center
O Congresso Internacional de Shopping Centers e Conferencia das Américas é o maior evento do setor na América Latina. Além de promover a integração e o desenvolvimento do setor internamente, expõe a qualidade e a maturidade da indústria de shopping centers no mercado externo, atraindo cada vez mais a atenção de investidores e empreendedores estrangeiros.
Endereço: Avenida Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387 - Santo Amaro - SP
http://www.portaldoshopping.com.br/congresso
Local: Transamérica Expo Center
O Congresso Internacional de Shopping Centers e Conferencia das Américas é o maior evento do setor na América Latina. Além de promover a integração e o desenvolvimento do setor internamente, expõe a qualidade e a maturidade da indústria de shopping centers no mercado externo, atraindo cada vez mais a atenção de investidores e empreendedores estrangeiros.
Endereço: Avenida Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387 - Santo Amaro - SP
http://www.portaldoshopping.com.br/congresso
Consumidor é mais otimista no Norte e Centro-Oeste.
Originalmente publicado em meu blog antigo em 08/08/2010.
O INC (Índice Nacional de Confiança do Consumidor) manteve-se estável em julho, atingindo 144 pontos, ante os 143 registrados um mês antes.
Ainda assim, na relação entre julho de 2010 e julho de 2009, quando o INC estava em 126 pontos, houve alta de 18 pontos.
O estudo, feito pela Ipsos Public Affairs e divulgado nesta sexta-feira, 06 de agosto, indica otimismo quando está acima de 100 pontos e pessimismo quando se encontra abaixo dessa pontuação.
As regiões Norte e Centro-Oeste são as mais otimistas, com uma pontuação de 176 pontos. Em seguida, aparecem as regiões Sudeste (153) e Sul (142). Segundo a pesquisa, o Nordeste aparece como a localidade menos otimista, com 123 pontos.
Na análise por classes sociais, a C aparece como a mais confiante, com 151 pontos. Logo atrás, vêm as classes DE, marcando 134 pontos, e AB com 133 pontos.
Fonte: Info Money
O INC (Índice Nacional de Confiança do Consumidor) manteve-se estável em julho, atingindo 144 pontos, ante os 143 registrados um mês antes.
Ainda assim, na relação entre julho de 2010 e julho de 2009, quando o INC estava em 126 pontos, houve alta de 18 pontos.
O estudo, feito pela Ipsos Public Affairs e divulgado nesta sexta-feira, 06 de agosto, indica otimismo quando está acima de 100 pontos e pessimismo quando se encontra abaixo dessa pontuação.
As regiões Norte e Centro-Oeste são as mais otimistas, com uma pontuação de 176 pontos. Em seguida, aparecem as regiões Sudeste (153) e Sul (142). Segundo a pesquisa, o Nordeste aparece como a localidade menos otimista, com 123 pontos.
Na análise por classes sociais, a C aparece como a mais confiante, com 151 pontos. Logo atrás, vêm as classes DE, marcando 134 pontos, e AB com 133 pontos.
Fonte: Info Money
Consumidor apoia restrição na propaganda.
Originalmente publicado em meu blog antigo em 08/08/2010
Os brasileiros aceitam e valorizam a propaganda, mas defendem algumas restrições, principalmente as já existentes. É o que mostra pesquisa encomendada pela Abap (Associação Brasileira das Agências de Publicidade).
"A principal mensagem é que o consumidor é a favor da liberdade, o que não quer dizer que ele não quer restrições", disse o presidente do Ibope Inteligência, Nelson Marangoni.
O controle tido como o mais necessário é a proibição da propaganda de cigarro, defendido por 64% dos 2 mil entrevistados em oito capitais e Brasília. Já no caso da bebida alcoólica, apenas um terço pede proibição da publicidade. E, mesmo assim, com alguma variação quanto ao tipo: de destiladas (34%) a vinhos (27%). A maioria, entre 70% e 75%, admite a propaganda, com restrições de horário ou conteúdo. O percentual dos que defendem proibições ou restrições de publicidade de certos alimentos é bem menor: salgadinhos (19%); balas, doces e chocolates (20%) e fast food (18%).
No caso de medicamentos, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária já tentou restringir a publicidade desse tipo de produto. Mas, segundo a pesquisa encomendada pela Abap, é minoria a parcela dos que defenderam a proibição da propaganda de remédios (26%).
A pesquisa classificou os entrevistados em cinco grupos, de acordo com a visão que têm da publicidade: apaixonados (30%), apaixonados desconfiados (18%), racionais (19%), reguladores (19%) e rejeitadores (14%).
Os três primeiros são favoráveis à publicidade e o grupo dos reguladores não é nem a favor nem contra. Com centenas de projetos de lei no Congresso Nacional para regular a publicidade, os reguladores são um grupo que pode "representar uma oportunidade, mas também um risco para a atividade (publicitária)", segundo Marangoni. Ele aconselha a Abap a divulgar o Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária).
Um percentual de 69% do universo de entrevistados aprova o conceito de um órgão autorregulamentador do mercado publicitário, mas é grande o desconhecimento sobre o Conselho. Apenas 3% o citaram como órgão regulador.
Fonte: O Estado de São Paulo
Os brasileiros aceitam e valorizam a propaganda, mas defendem algumas restrições, principalmente as já existentes. É o que mostra pesquisa encomendada pela Abap (Associação Brasileira das Agências de Publicidade).
"A principal mensagem é que o consumidor é a favor da liberdade, o que não quer dizer que ele não quer restrições", disse o presidente do Ibope Inteligência, Nelson Marangoni.
O controle tido como o mais necessário é a proibição da propaganda de cigarro, defendido por 64% dos 2 mil entrevistados em oito capitais e Brasília. Já no caso da bebida alcoólica, apenas um terço pede proibição da publicidade. E, mesmo assim, com alguma variação quanto ao tipo: de destiladas (34%) a vinhos (27%). A maioria, entre 70% e 75%, admite a propaganda, com restrições de horário ou conteúdo. O percentual dos que defendem proibições ou restrições de publicidade de certos alimentos é bem menor: salgadinhos (19%); balas, doces e chocolates (20%) e fast food (18%).
No caso de medicamentos, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária já tentou restringir a publicidade desse tipo de produto. Mas, segundo a pesquisa encomendada pela Abap, é minoria a parcela dos que defenderam a proibição da propaganda de remédios (26%).
A pesquisa classificou os entrevistados em cinco grupos, de acordo com a visão que têm da publicidade: apaixonados (30%), apaixonados desconfiados (18%), racionais (19%), reguladores (19%) e rejeitadores (14%).
Os três primeiros são favoráveis à publicidade e o grupo dos reguladores não é nem a favor nem contra. Com centenas de projetos de lei no Congresso Nacional para regular a publicidade, os reguladores são um grupo que pode "representar uma oportunidade, mas também um risco para a atividade (publicitária)", segundo Marangoni. Ele aconselha a Abap a divulgar o Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária).
Um percentual de 69% do universo de entrevistados aprova o conceito de um órgão autorregulamentador do mercado publicitário, mas é grande o desconhecimento sobre o Conselho. Apenas 3% o citaram como órgão regulador.
Fonte: O Estado de São Paulo
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